domingo, novembro 27, 2016

The B-52's - "Funplex" - Live


Frey Hermano da Câmara

Amigos meus de outros países perguntam-me porque é que não divulgo muito o Fado, que é Património Imaterial da Humanidade.
E estive a pesquisar, a ouvir também nomes que conheço desde miúdo. 
Sem dúvida, fiz uma excelente pesquisa web:


D. Hermano Vasco Vilar Cabral da Câmara OSB, de nome artístico Frei Hermano da Câmara (Lisboa12 de julho de 1934) é um cantor e mongebeneditino português, nascido numa família aristocrática ligada ao fado.[1]Defende o apostolado através da música para edificar a civilização do amor e promover a cultura da paz.
Em 1987, saído do Mosteiro de Singeverga, criou a Comunidade dos Apóstolos de Santa Maria, cujo apostolado é a difusão dos seus ideais cristãos pela música, em conformidade com o Vaticano II.

BiografiaEditar

Filho de D. Vasco Manuel José de Figueiredo Cabral da Câmara (Lisboa, 15 de Outubro de 1895 - Carcavelos, Quinta da Alagoa, 4 de Janeiro de 1973), neto paterno do 3.º Conde de Belmonte e neto materno do 3.º Conde de Sobral, e de sua mulher (Lisboa, São Sebastião da Pedreira, 4 de Maio de 1927) Maria do Carmo de Magalhães e Meneses Villar (AlenquerTriana, 28 de Junho de 1899 - Carcavelos, Quinta da Alegria, 29 de Outubro de 1973), sobrinha-neta do 1.ºConde de Alvelos e bisneta do 2.º Visconde da Azenha e 1.º Conde da Azenha.

Anos 50 e 60Editar

Ainda jovem, participou em diversas reuniões juvenis de fado, na companhia de seus irmãos.[1] Gravou o seu primeiro disco em 1955, intitulado Sunset and Sentimental. O disco só viria, no entanto, a ser comercializado em 1959[1], destacando-se nas canções apresentadas o clássico "Colchetes de Oiro". Em 1961, decidiu tornar-se monge beneditino, entrando para o Mosteiro de Singeverga (Santo Tirso), da Ordem de São Bento.
Com a abertura proporcionada pelo Concílio do Vaticano II, Frei Hermano da Câmara voltou a gravar temas, profundamente marcados pela sua vocação religiosa. Fez um espectáculo no Teatro Tivoli em 1969, tendo aí começado a epopeia do "Monge Cantor".
Ao entrar no palco do Tivoli pela primeira vez como monge, oito anos depois do seu ingresso no mosteiro, frente às luzes da ribalta, começou a «epopeia espiritual de um aventureiro divino». No final do concerto, ao ser abordado pelos jornalistas, respondeu: «Se os meus superiores acharem bem que eu faça apostolado a cantar, cantarei...». Estas palavras «proféticas» viriam a confirmar-se com o andar dos tempos. O seu apostolado viria a ser, no futuro, essencialmente um apostolado musical. Os seus superiores, atentos aos «sinais dos tempos», encorajaram-no a seguir por esse caminho.

Anos 70Editar

Em 1973, foi editado o disco Fado da Despedida. Ainda em 1973, gravou com oQuarteto 1111 o álbum Bruma Azul do Desejado, que incluía, para além do tema homónimo, os temas Saudai o SenhorEstrela do Mar e Paz na Terra. Neste disco, contou com uma colaboração do Coro da Escola Claustral de Singeverga.
Com produção e supervisão de Mário Martins, foi editado em 1978 o duplo-álbum O Nazareno[2]. Tratava-se de uma obra musical inspirada no Evangelho, com a colaboração de vários poetas portugueses, que depois seria levada aos palcos. Neste disco, estão presentes diversos papéis: Vítor de Sousa(narrador), o seu sobrinho Tomaz Cabral da Câmara (anjo), Luísa Vilarinho (Virgem Maria), ele próprio (Jesus de Nazaré), António Pinto Basto (noivo),Teresa Siqueira (noiva), Mara Abrantes (samaritana), Amália Rodrigues(Madalena), Carlos Quintas (anjo), Horácio Santos (Judas) e a participação especial de Mário Sargedas (Pedro, João, Pilatos, o bom e o mau ladrão).

Anos 80Editar

Por ocasião de um espectáculo ao vivo integrado nas comemorações do XV centenário do nascimento de São Bento, lançou, em 1980, o disco Deus É Música gravado ao vivo.[3][4]
Em 1983, lançou o disco Totus Tuus - Uma Serenata Mística a Nossa Senhora, gravado nos Estúdios Valentim de Carvalho, em Paço d'Arcos, entre Fevereiro e Março de 1983, com a participação de António Chainho e do Coro Infantil do Clube TAP.[5] Em 1984, foi editado pela Polygram o disco Álbum de Recordações.[6]
No ano de 1986 o espectáculo musical baseado na obra de Frei Hermano da Câmara, intitulado "O Nazareno", é apresentado ao vivo, no Coliseu dos Recreios, com encenação de Carlos Avilez e a participação de vários artistas como Alexandra, Mara Abrantes, Teresa Tarouca, Teresa Siqueira ou Jorge Fernando.[7]
Ainda em 1986 foi editada a colectânea Suave Milagre - O Melhor de Frei Hermano. Em 1988, foi levado ao palco o disco Totus Tuus, novamente[carece de fontes] com encenação de Carlos Avilez. Também em meados dos anos 80, editou um single com canções infantis, denominado "Canção da Felicidade".
Em 1989, foi editada a compilação O Melhor de Frei Hermano da Câmara. Alguns dos nomes musicados neste disco são Miguel Torga ("Bucólica" e "Mãe"), Frei Bernardo Vasconcelos ("Sede do Infinito"), Adelaide Villar, António Calém ("E o Lenço a Dizer Adeus"), Pedro Homem de Melo ("Jesus" e "O Rapaz da Camisola Verde"), Reinaldo Ferreira ("Quero um Cavalo"), Padre Moreira das Neves ("Ecos do Planalto").
Ainda nos anos 80, fundou a comunidade religiosa "Apóstolos de Santa Maria". A comunidade foi aprovada pelo Arcebispo de BragaD. Eurico Dias Nogueira, em Fevereiro de 1990. Esta ordem religiosa, baptizada de "Arautos da Misericórdia Divina", congrega dois seminários e tem duas vertentes no seu carisma: uma contemplativa, baseada na oração, e outra, na acção, fazendo o seu apostolado através da música, auxiliando os sacerdotes nas paróquias e contribuindo para a acção social da Igreja Católica.

Dos anos 90 à actualidadeEditar

Em 1994, foi editado pela Movieplay o disco Missa Portuguesa,[8] no qual era acompanhado pela Orquestra Sinfónica de Londres, disco que chegou a liderar as tabelas de vendas em Portugal.[1] O álbum Um Astro de Luz foi editado em 1997,[9] contando novamente com as participações da Orquestra Sinfónica de Londres e de António Chainho, sob a direcção do maestro José Calvário. Participou ainda na Expo 98, que se realizou em Lisboa, em 1998, com uma actuação ao vivo nos seus palcos.[1]
Em 2003, lançou o CD Vivo d'Arte, Vivo d'Amor, um disco repleto da espiritualidade e da alegria que sempre o caracterizaram, tendo inclusive um tema pessoal de homenagem ao Papa João Paulo II, "Amar É Dar a Vida". Também foi lançado em formato DVD.
Cantar É Rezar, de 2006,[10] é o nome do disco que marca o fim da sua carreira artística de cerca de 50 anos.[carece de fontes] As orquestrações e direcção musical ficaram a cargo do maestro José Marinho. Participou neste disco, como compositor, Paco Bandeira, com os temas "Poetas Sonhadores" e "Sina Cigana".[10]
Na sua carreira musical, editou outros discos como Encosto a Fronte à Vidraça(1973), O Rapaz de LuzJesus (1976). Também editou um livro intitulado "O Monge Cantor" (Edições Neptuno).
Em 2008, voltou ao palco, para um concerto no cine-teatro de Nisa.[11]

Fado (Music style from Portugal) é Património Imaterial da Humanidade

 
Gonçalo da Câmara Pereira - "As Rosas"

António Variações - "Onda morna"


R.E.M. & Kate Pierson (B'52s) - Shiny happy people


Stevie Ray Vaughan - "Pride and joy"


Gonçalo da Camara Pereira ao vivo

Gonçalo da Camara Pereira vai estar ao vivo dia 10 de dezembro 2016 no Cine-Teatro D.João V na Damaia.

O espetáculo tem início às 21:30h.

https://m.facebook.com/GoncalodaCamaraPereiraOficial

Novo disco dos Rolling Stones

O novo disco dos Rolling Stones sai a 2 de dezembro.

www.rollingstones.com

Universal Music Portugal

sábado, novembro 26, 2016

Países que mais visitaram o BMP nas últimas semanas

Por ordem:

1 - França
2 - Luxemburgo
3 - Holanda
4 - Áustria
5 - Estados Unidos da América
6 - Índia
7 - Espanha
8 - Brasil
9 - Portugal
10 - Rússia

terça-feira, novembro 22, 2016

Agenda dos Fingertips

"Domingo, no Porto, sentimos o calor de estar em "casa"! Olhar para o público e ver fãs de outrora, pessoas que nos apoiam incondicionalmente e também muitas caras novas, que se juntam agora à nossa Constellation Tour, deixou-nos de coração cheio. Obrigada por nos fazerem sentir tão bem, tornando possível dizer "mais do que um concerto, o que tivemos aqui hoje na Casa da Música foi uma festa!" - Joana, Fingertips Constellation Tour 2016 25 NOV - NHow, Berlim 25 NOV - DNA, Musik&Frieden, Berlim 17 DEZ - Clube, Viseu

Franco - Entrevista

segunda-feira, novembro 21, 2016

Suede - "Trash" - Live


Ravi Shankar

Pandit Ravi Shankar (bengali: রবি শংকর; nascido Robindro Shaunkor Chowdhury;Varanasi7 de abril de 1920 — San Diego11 de dezembro de 2012) foi umcompositor e músico indiano. Ravi Shankar ficou conhecido em todo o mundo na década de 1960 ao colaborar com astros pop como os Beatles.[2][3]Ravi Shankar foi considerado como o "padrinho de música do mundo". É pai da cantora e compositora Norah Jones e Anoushka Shankar.

domingo, novembro 20, 2016

Seal - Mix


Instrumentos APC


www.apc-instruments.com

Guitarra clássica APC


www.apc-instruments.com

APC - Instruments from Portugal (Braga City)

Começou artesão e hoje tem um negócio milionário. António Pinto Carvalho aprendeu a fazer cavaquinhos com o avô, aos 10 anos. Atualmente, tem em Braga uma das maiores fábricas de cordofones da Europa. Emprega 50 trabalhadores, aposta em tecnologias de ponta, e exporta mais de 2 milhões de euros, por ano, para 20 países.



(Extraído de RTP.PT/ Portuguese TV)


Aerosmith - "Crazy"


Status Quo - "Lies"


domingo, novembro 13, 2016

| Professor Jorge apresenta o single "O Natal do Capitão Miau Miau" | em formato digital


Jorge Courela é músico, educador musical e autor dos livros e álbuns “Zé Maria Catatua” e “Capitão Miau Miau”, que têm encantado todas as crianças.  “Capitão Miau Miau – O Musical” encontra-se em cena no Teatrosfera.

Em Dezembro Jorge Courela trará ao público infantil, o álbum “As Canções do Professor Jorge Vol.1”.

É um trabalho temático com 9 canções escritas ao longo de 7 anos de sessões de música em creches e pré-escolar, em que as canções irão acompanhar as principais datas festivas celebradas, também, pelas escolas.