domingo, setembro 27, 2015

Stonehag - Venus Undead


Zurbana - "Eterna madrugada"


Bruno Correia - Tudo o que eu quero és tu


Disco de estreia de Bruno Correia

Bruno Correia, foi o grande vencedor do programa RISING STAR da TVI, conquistando júri  - e principalmente o publico que lhe deu a vitória - , com a sua voz “elástica” e muito característica.

Embora tenho sido a vitória no programa a dar-lhe visibilidade e o tão desejado contrato para gravar, Bruno Correia tem passado os últimos anos a fazer o que mais gosta – cantar.

Desde que em 1987 pisou os palcos pela primeira vez com os ONDA CHOC, Bruno nunca mais parou, é dele a voz de vários personagens da Disney ou de  temas de bandas sonoras de novelas. Um caminho que lhe deu experiência e a segurança para agora, editar finalmente o álbum em que se revê.

Basic Black - "Renew and old rag"


João Caetano - É tempo de mudança


domingo, setembro 13, 2015

Banda Sinfonica Portuguesa ao vivo

Após o enorme sucesso do concerto Swing na Rua, que fez da Avenida dos Aliados o maior salão de dança da cidade, a Banda Sinfónica Portuguesa regressa à Casa da Música, onde tem sido presença assídua, para um concerto dirigido pelo maestro Jan Cober, com um programa alusivo a Alemanha (Mahler, Strauss e Mendelssohn), dia 4 de Outubro, às 12:00, na Sala Suggia.

Os compradores dos primeiros bilhetes, que até ao próximo dia 14 de Setembro adquirirem um bilhete para esse concerto, receberão gratuitamente um convite para a Gala do 10º aniversário da Banda Sinfónica Portuguesa, que se realiza a 19 de Setembro, na Casa da Música, às 18:00 horas. Sob a direcção musical do Maestro Francisco Ferreira, serão convidados desta orquestra para este programa as Vozes da Rádio, Sérgio Carolino (Tuba) & Concentus Trumpet Ensemble.

Mia Rose - "Qualquer coisa"


Vinyl ao vivo

Os vinho vão estar ao vivo dia 19 setembro no Festival da Juventude de Ponte de Sor pelas 22 horas.

www.musicinmysoul.net

Footsteps Echo com musica nova

Os Footsteps Echo lançam hoje o segundo single, “Alpha Male”, retirado do seu EP “No Bread For Crazy People”.

www.musicinmysoul.net

Paula Cavalciuk - Maria Invisível


The Kafkas - Monte Carlo


A Music In My Soul apresenta:
·         My Enchantment + Machinergy + Dawn Of Ruin, dia 19/09/2015, na Sociedade Recreativa Estrelas do Feijó, pelas 21h00.
·         My Enchantment em Vigo – Espanha, no bar Transylvania, pelas 22h00.

We ad it all - Willie Nelson e Keith Richards


Luis Pucarinho - "Organica/mente/humana"

"Orgânica / mente / humana" é o novo disco do autor e compositor Luís Pucarinho. Este álbum oferece 12 canções originais inéditas que abordam temas actuais e musicalmente bem conseguidos. Os textos são refinados e executados em português numa voz rica e demarcada e abraçam as canções que nos levam a visitar os sons latinos que não esquecem a lusofonia, com abordagens que passam pelos estilos contemplados nas músicas do mundo, como o Rock, Blues, Jazz, música Clássica ou tradicional, conseguindo assim como referência, o enquadramento da canção portuguesa na linguagem da música Universal.
Luís Pucarinho, neste disco faz-se acompanhar de cinco músicos: Afonso Castanheira no contrabaixo, André Penas na viola d'arco, João Barata na bateria, Samuel Santos no violoncelo, Zé Peps na guitarra folk e slide guitar, contando ainda com oito convidados, a destacar os cantores Jorge Benvinda (Virgem Suta) e os fadistas Duarte e Mara.

É como algo de forma orgânica, que podemos classificar o som que nos chega ao ouvirmos este cd. É um disco exclusivamente executado por instrumentos acústicos e todos gravados com microfone, o que nos deixa uma sensação de presença aproximada dos músicos e dos sons dos instrumentos, assim como do ambiente das salas e locais de gravação, todos eles inspirados pela proximidade do mar ou do campo e sempre longe dos sobressaltos dos meios urbanos. Desta forma a musica deste disco casa com a natureza e o lado mais orgânico da vida.

Pela mente, chega-nos o intelecto, a mensagem, a poesia e a filosofia. A mente “orgânica” de Luís Pucarinho, aborda as grandes causas da actualidade, como a crise económica ou a emigração, com a sua arte de resumir em escrita poética e a capacidade filosófica de tornar estas, as nossas causas, as causas de toda a gente. Podemos extrair destas canções, toda uma dimensão universal de pensamento, diluída em simples histórias vividas e sentidas realmente, enaltecendo os valores da amizade e do amor.

 É por causa humana, ou pela humanidade do autor, que este disco se veste de paisagens imateriais não se rendendo ao que é musicalmente óbvio e facilmente abrangente. Dos puros sentimentos do autor surgem os tópicos, os temas e as canções que revelam de forma clara a sua autoria pela sua identidade vocal e de interpretação. Sente-se a verdade em tempo real quando vemos Luís Pucarinho cantar (ao vivo). De um sentimento único e transversal ressalta cada uma das suas palavras embebidas em melodias refinadas, por vezes sobressaltos ou mesmo declamações. Esta interpretação relembra quem somos no bem e no mal, deixando-nos longe dos pré conceitos, materiais ou ambições e deixando-nos mais perto daquilo que somos, seres humanos.

http://luispucarinho.wix.com/luispucarinho

Moving Trees


Moving Trees é o projecto musical de Luís Couto direccionado para sonoridades indie/pós-punk/pós-rock.

Foi criado em 1998 como Vapour Trail, tendo um ano depois passado a chamar-se Moving Coil. Em 2003, com Mara Neves (a.k.a. Ladybug) como única vocalista, deu-se a alteração do nome para aquarelle.



Em 2004, com a mudança de interesses musicais do seu criador e a desilusão de nunca conseguir a edição de um disco, encerrou actividades, para voltar em 2015, onze anos depois, quando o único objectivo consiste em continuar a criar a música de que gosta e dá-la a conhecer.



Tanto Moving Coil como aquarelle foram, por diversas vezes, considerados promessas da música portuguesa mas, devido essencialmente ao facto de o seu mentor residir nos Açores, nunca tiveram oportunidades de evoluir como seria desejado.



Moving Coil saiu por três vezes no CD que acompanhava a revista Promúsica (numa das vezes, porque foi considerado um dos melhores projectos do ano), foi eleito como um dos artistas do ano pela 123Som (tendo incluído um tema na compilação “Offline”, distribuída pela FNAC e percursora das compilações de novos talentos que esta continua a editar), ficou em 6.º lugar (entre cerca de 100 bandas) nos primeiros prémios maqueta organizados pelo jornal Blitz. Fez também parte do catálogo da mítica indie portuguesa “Bor Land”, tendo participado com três temas na primeira edição desta editora – “Looking for Something” e, posteriormente, na compilação “Your Imagination”.



Em 2015 reaparece com o nome Moving Trees apenas porque, entretanto, outros artistas se apropriaram dos nomes anteriores. Mas, além do novo nome, surge com uma sonoridade diferente, em virtude da evolução dos músicos envolvidos. O seu primeiro EP intitula-se “a thousand leaves falling” e encontra-se editado apenas através do Bandcamp. Em breve, incluirá uma versão de “Exercise One” no tributo a Joy Division “Day of The Lords”.



Ao mesmo tempo que foi editado o EP, foi também lançada, através do Bandcamp, uma antologia de aquarelle, Moving Coil e Vapour Trails, com o título “how i miss the teenager i once was”.



https://www.facebook.com/movingtrees1

José Cid no Campo Pequeno em dezembro

Depois de vários concertos completamente esgotados e triunfais no Campo Pequeno, esta emblemática sala de espectáculos de Lisboa volta a ser palco, dia 12 de Dezembro, às 21h30, de um novo espectáculo de José Cid. Desta vez, e acompanhado pela sua Big Band, José Cid apresenta o mais recente álbum, “Menino Prodígio” mas não vai esquecer, naturalmente, alguns dos seus maiores sucessos – e hinos absolutos da música portuguesa – compostos ao longo de mais de cinquenta anos de carreira.

Uma carreira que começou em Coimbra, com os Babies – grupo pioneiro do rock'n'roll no nosso país --, continuou em Lisboa com o Quarteto 1111 – o mais inventivo e revolucionário grupo rock nacional dos anos 60 e 70 – e com os Green Windows – que deram um novo brilho à pop do nosso país – e que culminou numa carreira a solo, iniciada em 1970, que já passou, sempre de forma interventiva, original e marcante, por vários géneros do rock (o hard-rock, o rock progressivo e sinfónico, o folk-rock…), a música tradicional portuguesa, o fado, o jazz, a música popular ou, tão simplesmente, o sincretismo de todos estes géneros que José Cid acarinha, numa linguagem única, pessoal e referencial para várias gerações de fãs em Portugal e no estrangeiro.

Imparável, cheio de energia e ainda e sempre um criador compulsivo, José Cid lançou em 2015 um novo álbum, “Menino Prodígio”, expôs a sua obra e as suas ideias na biografia “José Cid - O Lado B de um Provocador" e prepara para o futuro breve a edição de mais alguns discos de originais e da gravação ao vivo do seu emblemático espectáculo “10.000 Anos Depois entre Vénus e Marte”. No Campo Pequeno, a encerrar um ano em que também visitou muitos outros palcos de norte a sul do país, José Cid vai mostrar as canções de “Menino Prodígio” – das novas “Na Minha Guitarra”, “Menino Prodígio” ou “Aldeia Global” à releitura actual de temas dele e do Quarteto 1111 como “Blá! Blá! Blá”, “Monstros Sagrados” e “Rock Rural”, passando por uma versão pessoalíssima de “I Don't Wanna Miss A Thing”, dos Aerosmith – e também muitas outras do seu histórico acervo enquanto compositor e poeta.

Dia 12 de Dezembro, José Cid celebra a música mais uma vez com o seus fãs e convida-os a fazer parte dos enormes, e prodigiosos, coros que se irão também ouvir num novo DVD ao vivo gravado nessa data.



Campo Pequeno  |12 de Dezembro | 21h30

Preços de bilhetes:18€ a 28€

Nota: Na compra de 4 bilhetes para a plateia (em pé) oferta do 5º bilhete
(não é válido para compras online)

Bilhetes à venda no Campo Pequeno,  ticketline e nos locais habituais

quinta-feira, setembro 03, 2015

Madalena Sá e Costa - "Memórias e Recordações" (Livro)

Nesta obra, a autora colige documentos e testemunhos da sua singular vivência musical, reconhecida num âmbito que não se limitou ao meio artístico nacional. Discípula de Guilhermina Suggia e Pablo Casals, pelos quais nutre uma admiração incondicional, a violoncelista pertence a uma importante família de músicos do Porto, onde avultam os nomes do seu avô, Bernardo Moreira Sá, dos pais, Leonilda e Luiz Costa, e da irmã, Helena Sá e Costa, de quem recebeu a influência da grande tradição musical europeia dos últimos dois séculos. É esta herança que de forma simples e cativante é narrada na primeira pessoa por Madalena Sá e Costa, numa obra de “Memórias e Recordações” musicais que é também acompanhada de uma preciosa iconografia, acumulada ao longo de três gerações. Nesta obra é colocado, em destaque, o percurso musical de personagens que se notabilizaram no panorama cultural português: Bernardo Moreira Sá é o protagonista na viragem do século da formação do gosto musical no Porto, inscrevendo-o definitivamente na modernidade europeia. O resto do país seguirá, aliás, o exemplo da sua acção, quer na orientação do próprio Conservatório Nacional, dirigido por Vianna da Motta, quer na criação de sociedades de concertos, à imagem do celebrado ORPHEON Portuense.

Extraído de:

www.fnac.pt