segunda-feira, julho 20, 2015

Festival de Folclore Recarei 2015

Dia 25 de julho no pavilhão da Casa do Povo de Recarei pelas 21:30h.

Grupos participantes:

-Grupo Folclórico A.C.R. Helios Figueiredo - Braga
-Grupo Folclórico S.Pedro de Cete - Paredes
-Rancho Folclórico S.Martinho de Candoso - Guimarães
-Rancho Folclórico Raia dos Sonhos do Ladoeiro - Idanha a Nova
-Rancho Folclórico da Casa do Povo de Recarei - Paredes

Haverá missa Campal às 20:15h (antes do início do Festival)

Feira de artesanato de Recarei 2015

Entre os dias 22 e 26 de julho com música ao vivo também.
Na Casa do Povo de Recarei.


sexta-feira, julho 17, 2015

R.E.M. - "Shiny happy people" com a cantora Kate Pierson dos B-52s


The Dirty T-Shirt Band - "Miami"


Helena Moreira de Sá e Costa

Helena Moreira de Sá e Costa, (26 de Maio de 1913 — 8 de Janeiro de 2006), foi uma pianista, concertista e professora, nascida no Porto.

Neta de Bernardo Valentim Moreira de Sá (1853-1924), fundador do Conservatório de Música do Porto e do Orpheon Portuense, filha da pianista Leonilda Moreira de Sá e Costa (1882-1964) e do pianista e compositor Luís Ferreira da Costa (1879-1960), concluiu o curso de Piano no Conservatório Nacional de Lisboa com 20 valores, tendo sido aluna de seus pais e de Mestre Vianna da Motta.

Obteve o prémio Beethoven e o da Emissora Nacional em 1943. Estudou ainda com Alfred Cortot e Edwin Fischer, com o qual emparceirou em 40 concertos nas principais cidades da Europa, tocando os concertos a 2, 3 e 4 pianos de J. S. Bach.

A sua actividade de concertista levou-a inúmeras vezes a Espanha, França, Inglaterra, Alemanha, Áustria, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Suíça, Hungria, Itália, Estados Unidos da América, Canadá, Brasil, Angola e Moçambique. Colaborou com todos os chefes de orquestra portugueses e com outros de grande nomeada, como os maestros Ernest Ansermet, Igor Markevitch, Paul Klecki, Swarowky, etc.

De entre os artistas com quem colaborou em concerto destacam-se Pierre Fournier, Maurice Gendron, Sandor Végh, Arthur Grumiaux, Janos Starker, L. Hoelscher, Ruggiero Ricci, Teresa Stich-Randall, Rita Gorr, Zara Nelsova, etc.

Com a sua irmã, a violoncelista Madalena Moreira de Sá e Costa (1915-), formou um duo de notável projecção. Ainda com a sua irmã e com o violinista Henri Mouton formou o “Trio Portugália” a quem o País deve a audição de um grande reportório musical.

Professora dos Conservatórios de Lisboa e Porto, a sua acção pedagógica tem um relevo especial, aliás reconhecido internacionalmente através de convites para a regência de cursos, entre outros, em Cascais, Espinho, Estoril, Salzburgo (Áustria), Gunsbach (Centro Albert Schweitzer, na Alsácia, França), Suíça, Itália, Inglaterra, Alemanha, Canadá e Estados Unidos da América.

Alunos seus destacam-se no corpo docente de praticamente todos os Conservatórios portugueses e ainda no Brasil, Alemanha, Espanha, Suíça, Austria, etc.

Grande parte dos pianistas actualmente activos no País dela receberam os ensinamentos. Pianistas de países como o Japão, Estados Unidos, Canadá, Brasil, Espanha, procuraram-na para receberem as suas lições.

O seu nome contou-se entre os dos virtuosos participantes em famosos festivais, como os de Estrasburgo, Wiesbaden, Haarlem, Prades, Gulbenkian, Maiorca, Costa do Sol, Sintra, Espinho, Costa Verde, etc.

O seu prestígio incluiu-a em júris de concursos internacionais como os de Berlim, Berna, Vianna da Motta, Palma de Maiorca, Canadá, Maria Callas (Atenas), Luís Costa (Porto) e nacionais, como os da Covilhã, Juventude Musical, João Arroyo, etc.

De entre a sua discografia sobressai a gravação integral do 1º caderno do “Cravo Bem Temperado” de J. S. Bach; e ainda “Concerto nº 4” de Beethoven e “J. S. Bach Live Recording” (Porto 2001), nomeadamente.

Na Escola Superior de Música, do Instituto Politécnico do Porto, foi Presidente da Comissão Instaladora e Presidente do Conselho Científico.

Foi agraciada com os prémios Moreira de Sá (1939) e Beethoven instituído por Vianna da Motta (1937); o Grau de Comendador da Ordem de Santiago de Espada (1982), o Grau de “Grande-Oficial da Ordem de Sant'Iago da Espada, em 2001; e as medalhas de Mérito da Cidade do Porto (1983), da Secretaria de Estado da Cultura (1989) e o Prémio Almada (2000).


Solo
"7 Estudos, Op. 18" de Fernando Corrêa de Oliveira - LP Parnaso, 962-B (1962)
"Variações, Op. 10" de Fernando Corrêa de Oliveira - LP Parnaso, 962-B (1962)
"O Príncipe do Cavalo Branco, Op. 6" de Fernando Corrêa de Oliveira - LP Parnaso, 962-C (1962)
"50 Peças para os 5 Dedos, Op. 7" de Fernando Corrêa de Oliveira - EP Parnaso, 965-E (1965)

Trio Portugália
"Trio, Op. 17" de Fernando Corrêa de Oliveira - LP Parnaso, 962-B (1962)
Concertos Editar
"Concertino para Piano" de Fernando Lopes-Graça - Portugalsom/Strauss, SP 4129 (1984/1997)
"Concerto Nº 4 em Sol Maior Op. 58" de Ludwig van Beethoven - Portugalsom/Strauss, SP 4238 (1999)
"Concerto em Si Bemol" de Armando José Fernandes - Portugalsom/Strauss, SP 4238 (1999)

"Adeus, volto já" - Gritali


http://gritali.blogs.sapo.pt

domingo, julho 12, 2015

Miguel Ângelo & Eduardo Nascimento - "O vento mudou"


Delfins - "A queda de um anjo"


The Bangles - "Walk like an Egyptian"


Maestrina Joana Carneiro - Biografia

Enveredou pela música, tendo sido nomeada directora musical da Orquestra Sinfónica de Berkeley, em Janeiro de 2009, sucedendo a Kent Nagano. Anteriormente foi maestrina assistente da Filarmónica de Los Angeles, sob a direcção de Esa-Pekka Salonen, entre 2006 e 2008. Ganhou atenção enquanto finalista do Maazel-Vilar Conductor's Competition, no Carnegie Hall, em 2002. No mesmo ano obteve o Young Musician's Foundation's Award, cujos últimos vencedores incluem, entre outros, André Previn, Michael Tilson Thomas e Lucas Richman. Entre2005 e 2006 foi maestrina convidada principal na Orquestra Metropolitana de Lisboa, de onde saíu para a Orquestra de Música da Gulbenkian, como maestrina regente convidada, até 2007.[1] [2] [3] [4]
Em Janeiro de 2010, dirigiu um produção de Peter Sellars de "Rei Édipo" e "Sinfonia de Salmos", de Stravinsky. Em Dezembro do mesmo ano, conduziu a ópera "Paint Me" de Luís Tinoco e Stephen Plaice, com encenação de Rui Horta, na Culturgest, em Lisboa.
Joana Carneiro é filha de Roberto Carneiro (de ascendência Chinesa Macaense) e de sua mulher Maria do Rosário Carneiro, irmã de Adelino Amaro da Costa.

Em setembro de 2013, Joana Carneiro, foi anunciada como a nova maestrina principal da Orquestra Sinfónica Portuguesa do Teatro Nacional de São Carlos, após 1 Janeiro 2014.[

Texto extraído da Wikipedia

terça-feira, julho 07, 2015

Biografia de Maria João Pires

Texto extraido da wikipedia

Maria João Alexandre Barbosa Pires DmSE • GCSE • ComIH (Lisboa, Pena, 23 de Julho de 1944) é uma pianista portuguesa, naturalizada brasileira em 2010[1] e residente no Brasil desde 2006.[2]


Filha póstuma de João Baptista Pires (Mogadouro, Mogadouro, Carviçais, 1898 - 1 de Julho de 1944) e de sua mulher Alzira dos Santos Alexandre Barbosa (Porto, 20 de Fevereiro de 1910 - 1 de Julho de 1994) e irmã de Hugo Alexandre Barbosa Pires, Maria Regina Alexandre Barbosa Pires e Maria Helena Alexandre Barbosa Pires.

Muito cedo aprendeu a tocar piano: aos cinco anos deu o seu primeiro recital e aos sete tocou publicamente concertos de Mozart. Com nove anos recebeu o prémio da Juventude Musical Portuguesa. Entre 1953 e 1960 estuda com o Professor Campos Coelho no Conservatório de Lisboa. Prossegue os estudos musicais na Alemanha, primeiro na Musikakademie em Munique com Rosl Schmid e depois em Hanôver com Karl Engel.

Maria João Pires torna-se reconhecida internacionalmente ao vencer o concurso internacional do bicentenário de Beethoven em 1970, que se realizou em Bruxelas.

Fez na sua carreira numerosas digressões onde interpretou obras de Bach, Beethoven, Schumann, Schubert, Mozart, Brahms, Chopin e muitos outros compositores dos períodos clássico e romântico. Maria João Pires é convidada com regularidade pelas grandes orquestras mundiais para tocar nas melhores salas de concerto, apresentando-se regularmente na Europa, Canadá, Japão, Israel e nos Estados Unidos.

Tem desenvolvido actividade tanto a nível individual (recitais, concertos, gravações) como em música de câmara: dos numerosos êxitos discográficos, destacam-se as gravações Moonlight, com sonatas de Beethoven; Le Voyage Magnifique, integral dos Impromptus de Schubert; nocturnos e outras obras de Chopin;[3] sonatas de Grieg e os trios de Mozart, com Augustin Dumay (violino) e Jiang Wang (violoncelo).

Foi a fundadora e dirigente do Centro de Belgais para o Estudo das Artes, no concelho de Castelo Branco, de cariz pedagógico, cultural e social. A pianista deixou o Centro em 2006,[4] quando se transferiu para o Brasil. Na ocasião, ela declarou à Antena 2 e ao Aguarrás, ter sofrido muito ao tentar implementar o seu projecto em Portugal.[5] As atividades do Centro de Belgais foram encerradas em 2009.[6] [7]

No Brasil, adquiriu uma casa em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador, estado da Bahia, onde passou a residir desde 2008.[8]

"A pianista Maria João Pires confirmou que está a pensar em pedir nacionalidade brasileira e, desta forma ficar com dupla nacionalidade, e não recusar a cidadania portuguesa, como teria sido anteriormente noticiado.[9] O advogado da pianista enviou uma nota à Lusa, onde desmentiu a «suposta vontade» de Maria João Pires «renunciar à nacionalidade portuguesa», devido a uma «suposta zanga» com o Governo."[10]

A 9 de Agosto de 1983 foi feita Dama da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada, a 4 de Fevereiro de 1989 foi feita Comendadora da Ordem do Infante D. Henrique e a 9 de Junho de 1998 foi elevada a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada.[11]

Foi casada com o fadista João Ferreira-Rosa, antes de casar com Ernst Ortwin Noth (Frankfurt, 4 de Dezembro de 1939), com quem teve duas filhas - Joana Benedita (n. 1967) e Maria Madalena (1968).

Prémios

Ganhou o Prémio Pessoa em 1989.
Referências

Diário Oficial da União, 17 de fevereiro de 2010. Seção 1, p. 41
Ode a Maria João Pires. Época, 18 de junho de 2010.
Gramophone Recommended Recordings
Belgais resiste à saída de Maria João Pires, por João Pedro Oliveira. Diário de Notícias, 29 de julho de 2006.
Maria João Pires troca Belgais por nova vida no Brasil 27 de julho de 2006, publico.clix.pt/
Belgais vai fechar por arresto de bens. Lusa, 15 de junho de 2009.
Belgais com dívidas e processos em tribunal. Associação fundada pela pianista Maria João Pires está afogada num mar de dívidas e prepara o encerramento da escola e do projecto educativo, que foi o pilar de Belgais. É o fim inglório de um sonho.], por Leonor Veloso. Diário de Notícias, 17 junho de 2009.
Maria João Pires: Vida e arte da aplaudida pianista portuguesa que se mudou para a Bahia. Bahia em pauta, 5 de abril de 2010.
Maria João Pires renuncia à nacionalidade portuguesa. Por Margarida Gomes. Público, 3 de julho de 2009.
Maria João Pires confirma pedido de dupla nacionalidade. Público, 8 de julho de 2009
Cidadãos Nacionais Agraciados com Ordens Portuguesas Presidência da República Portuguesa. Visitado em 5 de Janeiro de 2015. "Resultado da busca de "Maria João Pires"."

Biografia de Bernardo Sassetti

Era o filho mais novo de Sidónio de Freitas Branco Pais (Lisboa, Mercês, 11 de Novembro de 1925 - Lisboa, São Mamede, 4 de Dezembro de 2006) e de sua mulher e prima em 2.º e 3.º graus (casados a 8 de Novembro de 1951) Maria de Lourdes da Costa de Sousa de Macedo Sassetti (15 de Junho de 1929), de ascendência Italiana. O seu pai era neto paterno de Sidónio Pais, sobrinho materno de Luís de Freitas Branco e Pedro de Freitas Branco, primo-irmão de João de Freitas Branco, bisneto do 1.º Conde de Vila Franca do Campo e sobrinho-trineto do 1.º Visconde das Nogueiras. A sua mãe era prima-sobrinha de Luís de Freitas Branco e Pedro de Freitas Branco, prima em 2.º grau de João de Freitas Branco, bisneta do 5.º Visconde de Mesquitela e 3.º Conde de Mesquitela e sobrinha-trineta do 1.º Visconde das Nogueiras.

Iniciou os seus estudos de piano clássico aos nove anos com a professora Maria Fernanda Costa e, mais tarde, com o professor António Menéres Barbosa, tendo frequentado também a Academia dos Amadores de Música. Dedicou-se ao jazz, estudando com Zé Eduardo, Horace Parlan e Sir Roland Hanna. Em 1987 começa a sua carreira profissional, em concertos e clubes locais, com o quarteto de Carlos Martins e o Moreiras Jazztet; participa em inúmeros festivais com músicos tais como Al Grey, John Stubblefield, Frank Lacy e Andy Sheppard. Desde então, nos primeiros quinze anos de carreira, apresenta-se por todo o mundo ao lado de Art Farmer, Kenny Wheeler, Freddie Hubbard, Paquito D'Rivera, Benny Golson, Curtis Fuller, Eddie Henderson, Charles McPherson, Steve Nelson, integrado na United Nations Orchestra e no quinteto de Guy Barker com o qual gravou o CD "Into the blue" (Verve), nomeado para os Mercury Awards 95- Ten álbuns of the year. Em Novembro de 1997, também com Guy Barker, gravou "What Love is", acompanhado pela Orquestra Filarmónica de Londres e tendo como convidado especial o cantor Sting.

Como compositor destacam-se as suites "Ecos de África", "Sons do Brasil", "Mundos", "Fragments (Of Cinematic Illusion)", "Entropé" (para piano e orquestra) e "4 Movimentos Soltos" (para piano, vibrafone, marimba e orquestra). O seu primeiro trabalho discográfico como líder, Salsetti (Groove/Movieplay), foi gravado em Abril de 1994 com a participação de Paquito D'Rivera, o segundo, Mundos (Emarcy/Polygram), em Janeiro de 1996.

"Nocturno", lançado pela editora Clean Feed em 2002, foi distinguido com o 1.º Prémio Carlos Paredes. "Índigo" e "Livre" são outras das suas mais recentes gravações de piano solo para a mesma editora.

A 30 de Janeiro de 2006 foi feito Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.[2]

Bernardo Sassetti foi casado com a actriz Beatriz Batarda com quem teve duas filhas, Leonor e Maria Fernandes Sassetti Pais, de 8 e 6 anos à data da sua morte.

Faleceu no dia 10 de Maio de 2012, após ter caído cerca de 20 metros de uma falésia no Guincho onde tirava fotografias. A Capitania do Porto de Cascais recebeu uma chamada às 15h15 de quinta-feira, 10 de Maio para socorrer “um indivíduo caído numas pedras a norte da Praia do Abano”.[1]

Música para cinema
Dedicava-se regularmente à música para cinema, tendo realizado vários trabalhos, de entre os quais se destaca a sua participação no filme do realizador Anthony Minguella - "O Talentoso Mr. Ripley" (Paramount/Miramax). Para este projecto gravou "My Funny Valentine" com o actor Matt Damon, entre outros temas. Compôs igualmente, em parceria com o trompetista Guy Barker, uma série de temas para serem apresentados na estreia deste filme realizada em Los Angeles, Nova Iorque, Chicago, Berlim, Paris Londres e Roma.

Os seus mais importantes trabalhos de composição para cinema são os seguintes: "Maria do Mar" de Leitão Barros, "Facas e Anjos" de Eduardo Guedes, "Quaresma" de José Álvaro Morais, "O Milagre Segundo Salomé" de Mário Barroso, "A Costa dos Murmúrios" de Margarida Cardoso, "Alice" de Marco Martins, o documentário "Noite em Branco" de Olivier Blanc e a curta-metragem "As Terças da Bailarina Gorda" de Jeanne Waltz. Como solista, participou também no filme "Pax" de Eduardo Guedes e na curta-metragem "Bloodcount" de Bernard McLoughlan.

Como concertista
Como concertista, apresenta-se em piano solo, em trio com Carlos Barretto e Alexandre Frazão ou em duo com o pianista Mário Laginha, com quem gravou os CDs "Mário Laginha/Bernardo Sassetti" e "Grândolas" (uma homenagem a Zeca Afonso e aos 30 anos do 25 de Abril).

Como solista
De entre muitos discos gravados (como solista, acompanhador e compositor) podem destacar-se os seguintes: Conrad Herwing e Trio de Bernardo Sassetti - "Ao vivo no Guimarães jazz"; Orquestra Cubana Sierra Maestra - "Dundumbanza" e "Tibiri tabara"; Carlos Barreto - "Impressões" e "Olhar"; Carlos Martins com Cindy Blackman - "Passagem"; Luis Represas - "Cumplicidades"; Carlos do Carmo "Ao vivo no Coliseu"; Guy Barker - "Into the blue", "Timeswing" e "What love is"; Perico Sambeat - "Perico"; Guillermo McGill - "Cielo" e "Oración"; Tetvocal - "Desafinados"; Djurumani - "Reencontro" e Andy Hamilton - "Jamaica by night", entre muitos outros.

Discografia

Salsetti, 1994, Groove
Mundos, 1996, Universal
Nocturno - Bernardo Sassetti Trio, 2002, Clean Feed (com Carlos Barretto e Alexandre Frazão), NRW
Piano a 4 mãos - (Sassetti e Mário Laginha), 2003
Grândolas - Seis Canções e Dois Pianos nos Trinta Anos de Abril (com Mário Laginha), 2004
Indigo, 2004, Clean Feed
Livre, 2004, Clean Feed
Alice - (Banda sonora do filme), 2005, Trem Azul
Ascent - (com Carlos Barretto e Alexandre Frazão), Bernardo Sassetti Trio2, 2005, Clean Feed
Unreal: Sidewalk Cartoon, 2006, Clean Feed[3]
Dúvida (1964), 2007, Trem Azul
3 Pianos - (com Mário Laginha e Pedro Burmester), 2007
Um Amor de Perdição, 2009, Trem Azul
Palace Ghosts And Drunken Hymns - com Will Holshouser Trio, 2009, Clean Feed
Second Life, 2009
Motion - Bernardo Sassetti Trio, 2010, Clean Feed

Texto tirado da Wikipédia

segunda-feira, julho 06, 2015

Pedro Burmester - Biografia

Pedro Martins da Costa Burmester mais conhecido como Pedro Burmester[1] (Porto, 1963) é um pianista português.

Pedro Burmester nasceu no Porto. Foi durante 10 anos aluno de Helena Sá e Costa, tendo terminado o Curso Superior de Piano do Conservatório do Porto com 20 valores em 1981. Posteriormente, deslocou-se aos Estados Unidos onde trabalhou entre 1983 e 1987 com Sequeira Costa, Leon Fleisher e Dmitry Paperno. Paralelamente, frequentou diversas masterclasses com pianistas como Karl Engel, Valdimir Ashkenazi, T. Nocolaieva e E. Leonskaja.

Ainda muito novo, foi premiado em diversos concursos, destacando-se o prémio Moreira de Sá, o 2º prémio Vianna da Motta e o prémio especial do júri no Concurso Van Cliburn nos Estados Unidos.

Iniciou a sua atividade concertística aos 10 anos de idade e, desde então, já realizou mais de 1000 concertos a solo, com orquestra e em diversas formações de música de câmara, em Portugal e no estrangeiro. Participou em todos em todos os festivais de música portugueses. No estrangeiro são de realçar apresentações em La Roque d' Anthéron, na Salle Gaveau no festival de Flanders, na Frick Collection e 92nd Y em Nova Iorque, na Filarmonia de Colónia, na Gewandhaus de Leipzig, na casa Beethoven em Bona e no Concertgebouw em Amsterdão.



1998- Obras de Chopin (solo)
199?- Duetos (com Mário Laginha)
2001- The Circle of Life ( com Alexei Eremine)
2007- 3 Pianos (com Bernardo Sassetti e Mário Laginha)

Texto retirado da Wikipédia.

Video de Pedro Burmester no Rio de Janeiro


domingo, julho 05, 2015

NB - Academia de atores

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Tiago Silvestre - "Cavaleiros da tavola redonda"


Érika Martins - "Why"


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Ar de Kota Blues Band ao vivo em Alfragide

Os Ar de Kota Blues Band vão estar ao vivo dia 5 julho pelas 17h na Fnac de Alfragide.

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