segunda-feira, outubro 27, 2014

The Harry Munk Project

Estes Ingleses estão em 31 no Reverbnation a nível de todos os géneros. Dos melhores do mundo portanto!

www.reverbnation.com/theharrymunkproject

sábado, outubro 25, 2014

José da Câmara - "Ate Sempre sr.fado"

Quatro anos depois de «Câmara: Um Nome, Três Gerações» -- ao lado do pai Vicente da Câmara, do irmão Manuel da Câmara e da sobrinha Teresa Câmara – e de «Emoções – José da Câmara canta Roberto Carlos», o fadista José da Câmara regressa aos álbuns a solo e com reportório próprio com «Até Sempre Sr. Fado». Declaração de amor absoluto aos fados tradicionais – do Fado Menor ao Fado Jaime, de Jaime Santos, passando pelo Fado dos Sonhos, de Frederico de Brito ou o Fado Isabel, de José Fontes Rocha --, «Até Sempre Sr. Fado» mostra estes clássicos vestidos com novas palavras de poetas contemporâneos como Daniel Gouveia, Mário Rainho, Norberto Barroca, José Luís Gordo, Ana Vidal, Mário Estorninho, Rui Rocha e Amadeu Dinis da Fonseca, para além do próprio José da Câmara.


Gravado no ambiente mágico – e onde ainda reverberam nas paredes as vozes de grandes fadistas que lá cantaram como Amália Rodrigues ou Alfredo Marceneiro – do Palácio de Pintéus, propriedade de João Ferreira-Rosa, «Até Sempre Sr. Fado», mostra-nos o Fado tal como ele devia ser sempre: verdadeiro, rude, por vezes imperfeito mas sempre apaixonado. Com todos os temas gravados ao primeiro take, como se de uma gravação ao vivo se tratasse, e sem efeitos ou truques de estúdio, «Até Sempre Sr. Fado» tira o seu nome da última frase do tema «A Zanga do Fado», um dueto com João Ferreira-Rosa em que José da Câmara homenageia (numa letra e música originais de Daniel Gouveia) fadistas como Hermínia Silva, Berta Cardoso, Alfredo dos Santos (Correeiro), Maria Teresa de Noronha, Ercília Costa, Lucília do Carmo, Alfredo Marceneiro e, por arrasto, João Ferreira-Rosa (a conferir no teledisco do tema).


Mas se «A Zanga do Fado» poderia ser o single mais óbvio de apresentação de «Até Sempre, Sr. Fado», a escolha recaiu no entanto em «Salada de Portugal», um tema com música e letra de José da Câmara que olha para Portugal, nestes dias em que tanto se fala de crise, de uma forma positiva, em que se vira o foco para algumas das coisas que o nosso país tem de melhor: o seu povo, as suas paisagens, a sua gastronomia, o seu vinho. Tema alegre, de refrão fácil e orelhudo, inspirado pelos fados-canção de Rodrigo ou Carlos do Carmo, «Salada de Portugal» é já um dos temas preferidos dos admiradores de José da Câmara nos seus espectáculos.


Outros destaques do álbum (num álbum em que é de todo injusto destacar apenas alguns temas) são a «Marcha do Porto», com letra de Norberto Barroca e música de Nuno Nazareth Fernandes -- uma ode à cidade que nos deu fadistas como Beatriz da Conceição ou Maria da Fé e guitarristas como o já referido Fontes Rocha e em que se ama o Fado tanto quanto em Lisboa --, o «Pai Nosso Fadista», com letra de Daniel Gouveia para a música de um dos «fados fundadores de todo o Fado», o Menor – em que José da Câmara canta com a alma que o Menor requer mas com a contenção de uma oração --, «Relembrar», em que o poeta Amadeu Dinis da Fonseca glosa as letras e readapta alguns fados clássicos ou «Queres Namorar», com letra e música de José da Câmara e Daniel Gouveia, em que subtilmente se faz mais uma homenagem, desta vez através de uma citação da «Moda das Tranças Pretas», cuja letra foi escrita pelo pai de José da Câmara, Vicente da Câmara.


Gravado por José da Câmara e pelos excelentes músicos que o costumam acompanhar – Luís Petisca na guitarra portuguesa, Armando Figueiredo na viola e Filipe Vaz da Silva na viola-baixo – no Palácio de Pintéus, Loures, em Abril e Maio de 2014, «Até Sempre Sr. Fado» tem agora edição através da Companhia Nacional de Música.

Secret Lie

Tour “Behind the truth” termina em Novembro

No dia 14 de Novembro, os Secret Lie encerram a tour “Behind the Truth” ‒ título do disco de estreia do grupo ‒ com um espectáculo no Armazém F, em Lisboa, onde irão incluir alguns temas do seu novo trabalho discográfico a editar em 2015.

Poucos grupos se podem orgulhar de um sucesso tão repentino, porém consistente, como o que os Secret Lie alcançaram. Formada em 2011, a banda edita em 2012 o seu primeiro disco de originais, Behind the Truth, que concretizou um percurso ascendente em Portugal e no estrangeiro. O álbum entrou directamente para o 13.º lugar do top nacional de vendas em Portugal, e ficou disponível, via digital, em mais de 240 países.

Os Secret Lie estiveram durante cerca de quatro meses em primeiro lugar do top do Reverb Nation e foram a única banda portuguesa no Top Mundial do Balcony TV. O single “I can be free” esteve disponível para download gratuito na Vodafone, esteve também em 2º lugar no top digital, integrou a playlist da RFM e da Rádio Comercial e a banda sonora da novela “Destinos Cruzados” da TVI.

O conhecido ator Rui Porto Nunes (SIC) co-protagonizou o vídeo-clip “Beautiful Wild Rose”, que ultrapassou as 250.000 visualizações online.

Um outro single de Behind the Truth, “Love me until the end of time”, entrou no ouvido dos portugueses, ao fazer parte da banda sonora da novela “Sol de Inverno”, que esteve no ar durante um ano na SIC.

Desde 2011 o grupo realizou cerca de 56 espectáculos, sendo de destacar a tour bem sucedida no Reino Unido (no início de 2014).

A marcar igualmente o sucesso internacional do grupo está o facto de os Secret Lie terem recebido, em Abril, o prémio de melhor grupo rock da Fox Music USA Awards.
A sonoridade original dos Secret Lie, cujo fundador e mentor é Pedro Teixeira da Silva (violinista dos Corvos), é o que distingue este projecto inovador. Com um talento natural fora do comum, a vocalista Sara Madeira ficou conhecida por ter sido finalista do programa da TVI “Uma canção para ti” quando tinha 14 anos.

Os Secret Lie são: Sara Madeira (voz), Pedro Teixeira da Silva (violino), Tó Pica (guitarra), Nuno Correia (baixo), Adelino Duarte (voz e guitarra) Nuno Louro (piano) e Tiago Ramos (bateria).

SirAiva com Rui Pregal da Cunha (dos Heróis do Mar)

Depois do sucesso de “Brinca na Barriga”

SirAiva apresenta “Dá-me um Toque”, o novo single, com a participação de Rui Pregal da Cunha



Para ouvir clique em https://www.youtube.com/watch?v=P6IZnw7pMwU



Depois de incendiar as tabelas de vendas, o éter e as pistas de dança nacionais com Brinca na Barriga, tema com a participação de Pacman, SirAiva apresenta um novo single. “Dá-me um toque” é o título do novo tema com a participação de Rui Pregal da Cunha (Heróis do Mar).

“Dá-me um Toque” está disponível a partir de hoje nas plataformas digitais (Spotify, Meo Music e iTunes) e, ainda hoje, será distribuído para as rádios.

“Dá-um Toque” é o segundo single de avanço do álbum de SirAiva cuja edição está prevista para 2015.

Novas de António Zambujo

ANTÓNIO ZAMBUJO
Novo single já disponível e apresentado em exclusivo pela Antena 1
Músico regressa aos Coliseus em fevereiro de 2015.
"Rua da Emenda" é o novo disco de António Zambujo. O álbum, disponível desde hoje em pré-venda no iTunes e no Google, é editado a 17 de novembro e antecedido pelo tema "Pica do 7", disponível desde já a quem fizer a pré-compra no iTunes.

O iTunes irá disponibilizar algumas faixas, antes da data de edição, a quem aderir à pré-venda de "Rua da Emenda", que tem o apoio da Antena 1: primeiro, a "Valsa do Vai não Vás", a 3 de Novembro, seguida, a 05 de novembro, de "Despassarado" e de "Pantomineiro", no dia 07 de novembro. A 10 e 12 de novembro serão disponibilizados, respetivamente, os temas "Tiro pela Culatra" e "Barata Tonta", com o álbum "Rua da Emenda" a chegar às lojas poucos dias depois, a 17 de novembro, segunda-feira.

"Rua da Emenda" dispensa os condicionamentos de trânsito, porque, guiados pelo sinaleiro que canta, todos têm lugar. Não há sequer problemas de estacionamento: aos lugares reservados para os colaboradores habituais – de João Monge a Maria do Rosário Pedreira, de Ricardo Cruz a José Eduardo Agualusa, entre outros – juntam-se espaços novos e amplos para quem chega e é recebido em festa – Miguel Araújo, Samuel Úria, José Fialho Gouveia, para citar alguns – como acontece sempre que a voz de António Zambujo é o destino.

À notícia do novo disco, junta-se a confirmação do regresso de Zambujo aos Coliseus de Lisboa e Porto, em Fevereiro de 2015: primeiro na capital, a 19 e depois na invicta, a 21. Estes concertos nos Coliseus são anunciados na semana em que António Zambujo sobe a Santiago de Compostela para cantar, a 22 de Outubro, como convidado especial do espectáculo de abertura da Womex, a mais importante feira e conferência de música do mundo. O certame, que decorre este ano na Galiza, desafiou o prestigiado músico galego Xosé Manuel Budiño a construir um concerto especial para receber os milhares de delegados que participarão na Womex, e Budiño chamou alguns convidados, entre os quais, António Zambujo, que assim repete a presença na Womex, onde já tinha actuado em 2010, em Copenhaga.

A "Rua da Emenda" é, afinal, uma rua do mundo. E será revelada a 17 de novembro.

Locais de Venda
Coliseu de Lisboa | Coliseu do Porto | FNAC | Ticketline | BilheteiraOnline | El Corte Inglés | Balcões dos CTT | Agência ABEP | Agência Abreu | Worten | Dolce Vita
Compra online:
COLISEU DOS RECREIOS
COLISEU DO PORTO
TICKETLINE

Agenda de Sophia

Amor à segunda vista” é uma viagem de influências, e por isso mesmo, um espetáculo bastante eclético que promete levar o público a sentir como se estivesse a fazer uma viagem pelo mundo, passando por vários países, como o Brasil, Argentina ou Cabo Verde, sem nunca perder de vista a Lusofonia e o nosso Fado porque essa é a forma como a artista sente a música portuguesa.

Acompanhada por 4 músicos, conta com a sonoridade da Guitarra Acústica, das Teclas, do Baixo Elétrico/Freetless e da Bateria/Percussão, para serem o principal transporte para esta viagem que leva a nossa imaginação a percorrer o mundo.
Nunca esquecendo as palavras dos grandes poetas como Alexandre O´Neil, David Mourão-Ferreira, João Monge, Eugénia Ávila Ramos, Sérgio Godinho, AC Firmino, entre outros pois são eles que fazem verdadeiramente a ligação com o que é nosso e por isso mesmo estão fortemente presentes nesta viagem.
As viagens são sempre motivo de grande alegria e espirito aberto, esta não vai ser diferente.

Músicos: Pedro Soares (guitarra acústica) | Nuno Louro ( piano/teclados)| Ricardo Dikk (baixo fretless) | Rui Reis (bateria/percussão)


Dia 07 de Novembro| Fórum da Maia | 21:30h
Bilhetes: 5€
Local de venda dos bilhetes: | Fórum da Maia | Biblioteca Municipal | Posto de Turismo

Próxima data:
12 de Dezembro | Cine Teatro São Pedro | Abrantes

Maria João com Budda Power Blues


A Fundação AMA Autismo Apresenta LISBON BLUES FEST, nos dias 24 e 25 de Outubro no Armazén F - Lisboa
Maria João, uma das mais reconhecidas cantoras portuguesas, vai atravessar a fronteira entre o Jazz e o Blues mostrando que o seu talento não é redutível a fronteiras musicais.
Nesta viagem Maria João vai ser acompanhada por uma das grandes bandas do Blues português Budda Power Blues.
Este trio é liderado por Budda que é considerado um dos melhores e mais carismáticos guitarristas de Blues portugueses, dono de uma técnica apurada, de uma voz cheia de soul.Os concertos de Budda Power Blues são uma explosão de energia, a verdadeira Blues Experience.
Lisbon Blues Fest 2014 terá as participações de: "Acid Jazz" com José Cid em modo blues, "Velma Powel & Bluedays", "Chino & the Big Bat" e "Maria João feat Budda Power Blues" .
Um evento solidário .

Choque em Cadeia

A jovem banda de Lisboa edita, pela iPLAY o seu primeiro álbum com 11 temas originais de rock cantado em português. Um som orgânico, sem artifícios e com muito para dizer. O single “Deixa Rolar”, tema que entra logo no ouvido, põe o dedo na ferida.
“Não gostamos de música eletrónica”. Carlos Noronha admite que a frase pode ser polémica, mas o vocalista da muito jovem banda portuguesa (os quatro elementos têm idades a rondar os 19 anos) quer assumir claramente o ADN dos “Choque em Cadeia”: uma banda de rock, sem artifícios nem “manias”, que procura retratar a vida em Portugal, em português.
Membros de uma geração que enfrenta problemas bem reais como o desemprego e a “fuga” para o estrangeiro, Carlos Noronha (voz e guitarra), Manuel Parreira (baixo), João Costa (guitarra solo) e Luís Morais (bateria) abordam, no seu primeiro álbum “Pés na Estrada”, estas preocupações, mas também as ambições de liberdade, viagem e descoberta. “Pés na Estrada” é um álbum de originais que nos leva por caminhos de amor e desamor, ironia, crítica social, e mesmo puro divertimento e energia.
O single “Deixa Rolar”, é uma boa amostra do espírito do álbum. O tema aborda a atitude muito portuguesa de “deixar andar”, de não se preocuparem demasiado. Sendo uma música de crítica social, é também o reconhecimento de que, apesar de tudo, os portugueses não desistem e acabam por resolver as coisas.
Com um conjunto de temas aperfeiçoados ao longo dos 5 anos de existência da banda, “Pés na Estrada” distingue-se pelo apuramento das letras, vocalizadas com invulgar atitude e afinação, em equilíbrio com sons bem estruturados e criatividade rítmica. O novo rock português vai passar, certamente, por aqui.


O início do choque
Quatro amigos de infância juntaram-se em 2009 para formar uma banda rock. Com apenas 13 anos de idade, começaram a partilhar - primeiro no quarto de um deles e depois em estúdio - os sons que lhes iam na cabeça e a encontrar uma linguagem comum. Tocaram em festas de escolas, de faculdade, eventos municipais, um pouco por todo o lado. Cantavam em inglês, porque era essa a língua das bandas que mais os apaixonavam (Jimi Hendrix, Nirvana, Rolling Stones e The Strokes), mas depressa passaram a cantar em português. Era a língua que fazia sentido para retratar a vida deles, dos jovens portugueses. Apontam Jorge Palma como uma das referências, entre outros nomes do rock português, mas assumem uma identidade muito própria. Como eles próprios admitem: “Começámos a tocar para ouvir aquilo que gostaríamos de ouvir.”

Salão Brasil

BPM - Brasil Portugal Misturados
Vinicius Terra (Brasil)
Mundo Segundo (Dealema)
dj Nel'Assassin
convidado especial: MC Ruze
Quarta, 22 Outubro
Salão Brazil, Coimbra

O projecto BPM - Brasil Portugal Misturados apresenta-se na próxima quarta, dia 22 de Outubro no Salão Brazil, pelas 22h00

Em palco vão reunir-se o brasileiro Vinicius Terra e os portugueses Mundo Segundo (Dealema) e o dj Nel'Assassin. Há presença confirmado do convidado especial MC Ruze, de Coimbra.
O primeiro grupo que levanta o estandarte do rap em tons de lusofonia.

http://www.vaiserrimando.com.br/projeto-bpm-brasil-portugal-misturados-cd/

http://news.myway.pt/brasil-e-portugal-misturados-em-novo-projecto-a-lingua-em-si-constroi-um-povo/3736

http://www.artesonora.pt/breves/bpm-estreiam-rap-lusofono-em-portugal/


mais info:
salaobrazil@gmail.com

--

Salão Brazil, um espaço do Jazz ao Centro Clube
Largo do Poço nº3, 1º andar, Coimbra
telefone [239 837 078]
web [https://www.facebook.com/Salaobrazil]

Like Us ao vivo

A banda que abriu recentemente o concerto dos R5, grupo de Ross Lynch, que trouxe ao Coliseu de Lisboa a sua "Louder World Tour", apresenta-se no próximo domingo, dia 26 de Outubro, às 18h, pela primeira vez num espetáculo em nome próprio. A banda pop portuguesa revelação vai apresentar o álbum de estreia, editado pela Universal Portugal, no Teatro Aveirense em Aveiro. Os bilhetes podem ser adquiridos aqui e nos locais habituais.

Além deste, a banda já anunciou outros dois concertos:
9 Novembro - Setúbal
16 Novembro - Guimarães

"You Mean The World to Me" e "The Signs" fizeram parte da banda-sonora de "Sol de Inverno", a novela campeã de audiências transmitida pela SIC. A música "Contigo é Simples" pode agora ser escutada na banda-sonora da novela da TVI "Jardins Proibidos" e "I Feel Alive" é uma das canções presentes na nova ficção da SIC, "Mar Salgado".

Tributo ao radialista António Sérgio

Apresentação do Livro | O Uivo da Matilha

Apresentação do documentário | Uivo

Palácio da Foz, Lisboa – dia 1 de Novembro 21h30

O quinto aniversário da morte de António Sérgio, é marcado pelo lançamento do livro O Uivo da Matilha, que reúne cartas de diversos ouvintes, colegas, músicos e amigos escritas nos últimos cinco anos a título póstumo a António Sérgio e compiladas por Ana Cristina Ferrão e o documentário Uivo do realizador Eduardo Morais.

Eduardo Morais lançou um projeto de crowdfunding em 14 de Janeiro de 2014 e começou a filmar em Março. Reuniu mais de 12 horas de entrevistas, entre as quais Ana Cristina Ferrão, mulher de António Sérgio, os três filhos, assim como a músicos como Zé Pedro, Tó Trips, Fernando Ribeiro, Gift, João Peste, o jornalista Nuno Galopim e colegas de rádio como João David Nunes e Jaime Fernandes. Registou assim histórias da vida de "uma das pessoas mais importantes da música portuguesa", como disse Eduardo Morais à Lusa: "A sucessão de depoimentos, que quase não se repetem no filme, reforça o conceito de homenagem".

A edição a cargo do coletivo Chaosphere, El Pep, Glamorama, Raging Planet será limitada a 500 exemplares.

A apresentação publica destes dois objetos de tributo a António Sérgio e de homenagem à Rock’n’Roll Radio terá lugar no Palácio da Foz, nos Restauradores em Lisboa, pelas 21:30h do dia 1 de Novembro de 2014, com a participação musical de Fast Eddie Nelson, The Fellow Man e Charles Sangnoir no piano.

Ana Cristina Ferrão, Eduardo Morais, Nuno Calado e John Marx, farão uma pequena conferência de imprensa e seguindo-se a estreia do documentário.

Entrada 3€, bilhetes à venda a partir de dia 27 de Outubro no Palácio da Foz, Restauradores, Lisboa.

CD de Jorge Riobom

Jorge Riobom trabalhou durante os últimos anos para compor as canções do seu álbum de estreia a solo "Amor-Fantasia".
Depois de um percurso de mais de uma década à frente de projetos musicais,
como baixista, produtor, arranjador e diretor musical, Jorge Riobom apresenta agora a sua nova proposta “A AZA de Jorge Riobom”.
Ao lado da sua estética sonora predominantemente europeia, Jorge associa os sons "do mundo", a um cenário cinematográfico onde se revê. Junta a isso, uma leve e pontual referência ao universo do jazz norte-americano, para quem a conseguir de lá retirar.
Sem esconder a sua intenção “pop”, Jorge Riobom apresenta "Amor-Fantasia" como uma narrativa de ficção.
"Uma estória musical para ler e ouvir", como o próprio propõe, citando: "A asa (A AZA) é o símbolo de tua liberdade e vontade de fazer o que quer que seja.
Muito embora não a vejamos, todos nós temos uma asa que é mais forte do que a nossa própria mão".

«Asa» é também o tema de apresentação e que está em rotação nas rádio e que juntamos em anexo.

Apresentações FNAC:
17 Outubro – 22horas – Gaiashooping
24 Outubro – 22horas – Marshopping
6 Novembro – 18horas – Rua Santa Catarina
16 Novembro – 17horas - Norteshopping



Facebook: www.facebook.com/a.aza.de.jorge.riobom

Diabo na Cruz com musica nova

"Ganhar o Dia” é o segundo single do novo disco de Diabo na Cruz, que será editado no próximo dia 10 de Novembro.

O álbum sucessor dos muito aclamados “Virou!” e “Roque Popular”, é composto por 11 canções e chamar-se-á “Diabo na Cruz” por representar ao mesmo tempo o lugar singular onde a banda se encontra e a abertura de novos trilhos para o futuro.

Resistencia com novo cd

RESISTÊNCIA
“HORIZONTE”

Edição: 24 de Novembro de 2014

1º single: “Vai Sem Medo” distribuído hoje para as rádios e, também a partir de hoje, disponível no facebook e canal no youtube da Resistência

ouvir - https://www.youtube.com/watch?v=dYhthkYw5Gk

Após vinte e dois anos de intervalo, os Resistência apresentam um novo álbum de canções resgatadas ao tempo e às obras de outros grupos: a importância das palavras e das guitarras no som de uma orquestra acústica de onze músicos.




As canções

Vai Sem Medo (do álbum «A Nova Aurora», de Madredeus e A Banda Cósmica, 2009) – cantado por Tim.
Cidade Fantasma (do álbum «O Elevador da Glória», dos Rádio Macau, 1987) – cantado por Miguel Ângelo.
Ser Maior (do álbum «Ser Maior, Uma História Natural», dos Delfins, 1993) – cantado por Olavo Bilac.
Deitar a Perder (do álbum «XIII», dos Xutos e Pontapés», 2001) – cantado por Fernando Cunha.
Balada do Bloqueio (do álbum «Delfins», dos Delfins, 2007) – cantado por Tim.
Perfeito Vazio (do álbum «Xutos e Pontapés», dos Xutos e Pontapés, 2009) – cantado por Pedro Ayres Magalhães.
Melhor Amigo (do álbum «Companheiros de Aventura», de Tim, 2010) – cantado por Tim.
Baloiçando nas Estrelas (do álbum «A Nova Aurora», de Madredeus e A Banda Cósmica, 2009) – cantado por Tim, Olavo Bilac e Miguel Ângelo.
Estrela da Vida (do álbum «Ser Maior, Uma História Natural», dos Delfins, 1993) – cantado por Tim.
Cantiga de Amor (do álbum «8», dos Rádio Macau, 2008) – cantado por Olavo Bilac.
Gota a Gota (do álbum «Mundo ao Contrário», dos Xutos e Pontapés, 2004) – cantado por Miguel Ângelo.



O contexto

            1. Foi tudo muito rápido.
Em Junho de 1990, Pedro Ayres Magalhães apresentara na Feira do Livro de Lisboa um recital intitulado «Resistência – As Primeiras Páginas (Canções Ilustradas)», em que a primazia era dada aos poemas, musicados, e interpretados por três cantoras. Em Outubro de 1991, Miguel Ângelo e Fernando Cunha participam num concerto atípico, e convidam Pedro Ayres e Tim para os acompanharem; sob a designação de All-Stars interpretam versões acústicas de canções das suas bandas: os Delfins, os Heróis do Mar, os Xutos e Pontapés. Ficam agradavelmente surpreendidos com o resultado, e decidem adoptar o nome que Pedro criara anteriormente. O projecto desperta igualmente o entusiasmo de António Cunha responsável pela recém-criada agência União Lisboa. No início de Novembro de 1991 já estão a gravar os primeiros temas no Êxito Estúdio, em Lisboa, acompanhados pelo núcleo do grupo Ficções, de Rui Luís Pereira: o próprio Rui («Dudas») na guitarra, Yuri Daniel no baixo e Alexandre Frazão na bateria. Yuri gravará somente dois temas, sendo depois substituído por Fernando Júdice (ex-Trovante); e a entrada do guitarrista Fredo Mergner e do cantor Olavo Bilac completam o elenco inicial do grupo, que se apresentou ao vivo pela primeira vez no Teatro São Luiz, em Lisboa, a 29 e 30 de Novembro. O álbum «Palavras ao Vento» foi publicado no início de Dezembro e tornou-se um enorme sucesso nesse Natal. Desde os primeiros meses de 1992 acumularam uma enorme agenda de concertos – e esse foi um ano de tumultuosa digressão, ao longo da qual foram testando novo repertório. Entre Agosto e Outubro de 1992 (e já com a presença do percussionista José Salgueiro) gravaram nos Estúdios Valentim de Carvalho, em Paço de Arcos, o segundo álbum, «Mano a Mano» – que a 4 de Dezembro foi apresentado ao vivo triunfalmente perante oito mil pessoas no célebre concerto efectuado num armazém do Porto de Lisboa, cujo registo sonoro constitui o terceiro e último álbum dos Resistência: «Ao Vivo no Armazém 22».

            2. Foi tudo muito breve.
A digressão ainda se prolongou por 1993, já com a inclusão do guitarrista Mário Delgado, e teve momentos memoráveis – como a participação no Festival Portugal ao Vivo, a 26 de Junho de 1993 – e incursões internacionais. O grupo ainda participou em duas compilações publicadas nos primeiros meses de 1994, «Variações: As Canções de António» e «Filhos da Madrugada Ca

"The Buzzer" o novo tema dos Blind Charge

Os Blind Charge não são um projeto electrónico, têm muito pouco de glitch e tal como os The Ramones não tocam blues.
Os Blind Charge são uma banda de rock originada em 2002 e são formados pelo Pedro, Telmo, Márcio e Daniel.

Voltam à carga, num exclusivo Antena 3, com o single de estreia «The Buzzer» do novíssimo disco "Natural Animal" com data de lançamento a definir.


#Descrição do tema
The Buzzer fala de uma transformação. Um alerta é dado à personagem principal, que alterna entre a 1ª pessoa e o narrador, este descrevendo o mundo em que mergulha e todos os sentimentos que a abraçam! A preparação da personagem para o conflito é banhada em incertezas e acaba em jeito de despedida.


#Créditos
Produção | Miew Studio;
Bailarina | Mariana Luis;
Realização | Telmo Ferraz;
Direcção de Fotografia | André Santos;
Operação de Câmara | André Santos, Telmo Ferraz e Luís Ferreira;
Fotografia de cena | Ana Lógica;
Assistência Técnica | Orlando Rocha;
Edição Vídeo e Color Grading | Telmo Ferraz
Filmado na Casa do Xiné, Aldeia Preservada de Quintandona em Lagares - Penafiel.
Agradecimentos | Mariana Luis e Luís Ferreira

quarta-feira, outubro 22, 2014

domingo, outubro 19, 2014

Arte & Oficio ao vivo na Casa da Musica no Porto

Considerada por muitos a melhor banda rock portuguesa de sempre, vai regressar ao vivo no palco da casa da musica dia 30 de outubro peles 22 horas. Os bilhetes já estão à venda na casa da música e no respetivo website deste espaço.
Espero que a minha divulgação deste grupo tenha contribuído para este fabuloso regresso.

www.arte-e-oficio.com

Gritali - "Campo,eira,quintal"



www.gritali.blogs.sapo.pt

sábado, outubro 18, 2014

Cd/EP "5 Monstros" do Tio Rex

O novo EP 5 Monstros é “um puzzle de 5 peças” como o Tio Rex descreve, onde revela uma mistura do que foi desenvolvido em edições anteriores, conjugando desabafos, memórias, arrependimentos e ficção, sempre, no seu universo imerso da Folk e cantado em português.

As composições estão mais ricas do que antes com a introdução de novos elementos instrumentais e graças ao trabalho conjunto com dois produtores da Gallantry Productions. O objetivo foi tornar os ambientes mais “fáceis” de absorver e como o próprio destaca “talvez já não seja preciso um estado de espírito específico e uma garrafa de vinho para viajarem com este disco”.

Data de apresentação:


25 de Outubro // Sociedade Musical Capricho Setubalense

Biografia de Victor Gomes

A primeira biografia de Victor Gomes, o "rebelde" vocalista dos "Gatos Negros", autoria de Ondina Pires, vai ser publicada em outubro e além de entrevistas incluiu fotografias, discografia e contextualização histórica que enquadra o rock'n'roll em Portugal.
"O Victor Gomes faz muita questão em deixar um legado. Ele tem 74 joviais anos. Comecei a fazer entrevista e a juntar acervo. Descobri que o Victor continua a ser um rebelde. Vejo coisas que ele faz agora e parece um 'punk' de 17 anos, aliás 'teddy boy' como ele gosta de dizer. Continua a ser uma pessoa rebelde e é bastante independente", explicou à Lusa Ondina Pires autora da biografia do mítico vocalista de 'rock'n'roll'.
No dia em que Victor Gomes cantou na Trafaria, em 1963, à frente dos "Gatos Negros", nunca mais "nada seria como antes" explica Ondina Pires na biografia referindo-se à sua primeira atuação em Portugal.
"Os jovens do público dançavam em transe. Uma bomba energética tinha caído no salão nobre dos Bombeiros da Trafaria. Logo ali deu-se o frutuoso casamento com os Gatos Negros e nunca mais nada seria como antes, para bem da cena musical portuguesa. Foi amor à primeira vista" (página 34), escreve a autora sobre o primeiro concerto em Portugal depois de uma vida em Angola e Moçambique.
O primeiro tema: "Tutti Frutti" de Little Richard provocou momentos "eletrizantes" junto do público da Trafaria, em Almada.
"Musicalmente, eles faziam versões mas o que interessa no Victor Gomes é a interpretação. Podemos pegar numa canção de mil maneiras diferentes e ele era singular", sublinha.

Texto extraído do "Diário de Notícias"

Pedro Burmester

Pedro Martins da Costa Burmester mais conhecido como Pedro Burmester[1] (Porto, 1963) é um pianista português.

Pedro Burmester nasceu no Porto. Foi durante 10 anos aluno de Helena Sá e Costa, tendo terminado o Curso Superior de Piano do Conservatório do Porto com 20 valores em 1981. Posteriormente, deslocou-se aos Estados Unidos onde trabalhou entre 1983 e 1987 com Sequeira Costa, Leon Fleisher e Dmitry Paperno. Paralelamente, frequentou diversas masterclasses com pianistas como Karl Engel, Valdimir Ashkenazi, T. Nocolaieva e E. Leonskaja.

Ainda muito novo, foi premiado em diversos concursos, destacando-se o prémio Moreira de Sá, o 2º prémio Vianna da Motta e o prémio especial do júri no Concurso Van Cliburn nos Estados Unidos.

Iniciou a sua atividade concertística aos 10 anos de idade e, desde então, já realizou mais de 1000 concertos a solo, com orquestra e em diversas formações de música de câmara, em Portugal e no estrangeiro. Participou em todos em todos os festivais de música portugueses. No estrangeiro são de realçar apresentações em La Roque d' Anthéron, na Salle Gaveau no festival de Flanders, na Frick Collection e 92nd Y em Nova Iorque, na Filarmonia de Colónia, na Gewandhaus de Leipzig, na casa Beethoven em Bona e no Concertgebouw em Amsterdão.

Discografia

1998- Obras de Chopin (solo)
199?- Duetos (com Mário Laginha)
2001- The Circle of Life ( com Alexei Eremine)
2007- 3 Pianos (com Bernardo Sassetti e Mário Laginha)

Fonte: Wikipedia

quinta-feira, outubro 16, 2014

Diabo na Cruz com novo disco a 10 de novembro

10 de Novembro é a data da edição do 3º disco de originais de DIABO NA CRUZ. Do novo disco, o público já conhece “Vida de Estrada”, música de avanço, que inundou as rádios a partir de Fevereiro deste ano e se tornou rapidamente num novo sucesso da banda.

O álbum sucessor dos muito aclamados “Virou!” e “Roque Popular”, é composto por 11 canções peneiradas de 2 anos de trabalho e chamar-se-á “Diabo na Cruz” por representar ao mesmo tempo o lugar singular onde a banda se encontra e a abertura de novos trilhos para o futuro.

Incapazes de se repetirem, com o novo disco, os DIABO NA CRUZ prometem continuar a sua caminhada ímpar no panorama musical português, reinventando mais uma vez a musicalidade do país sob um prisma contemporâneo e reflectindo sentimentos, aspirações e contratempos de uma geração que se descobre a si mesma no acto de esculpir o amanhã.

"As 3 Marias" reeditam disco com tema bónus com a participação de Simone de Oliveira

Lançado há cerca de um ano, o segundo álbum do grupo portuense As 3 Marias, “Bipolar”, é agora reeditado com um surpreendente tema-bónus, “No Teu Poema”, que conta com a voz de Simone de Oliveira, uma das melhores cantoras portuguesas de sempre e uma das primeiras pessoas a interpretar esta maravilhosa canção assinada por José Luís Tinoco.
Mas, se o dueto de Simone de Oliveira com As 3 Marias é surpreendente, o processo que levou à sua gravação não é propriamente uma surpresa. Por um lado, a época de ouro da canção ligeira portuguesa (entre 1965 e 1975), os seus intérpretes (Fernando Tordo, Paulo de Carvalho, a própria Simone de Oliveira…) e os seus compositores e poetas (José Luís Tinoco, Nuno Nazareth Fernandes, José Carlos Ary dos Santos…) são uma importante referência na música d’As 3 Marias, ao lado do tango, do fado e das outras músicas que fazem a música do grupo. Por outro, As 3 Marias deram no início deste ano alguns concertos em que tiveram como convidada especial Simone de Oliveira, que interpretou com o trio um original d’As Três Marias, “Tango Maria” e também, precisamente, “No Teu Poema”. A química entre as quatro funcionou tão bem que rapidamente resolveram juntar-se em estúdio para registar o encontro. Esta é também uma forma encontrada pelo grupo de homenagear essa época de ouro da canção portuguesa, e logo na companhia de um dos seus símbolos maiores.

“Bipolar” mostra o trio de Cristina Bacelar (voz, guitarra, letras e composição), Fátima Santos (acordeão) e Ianina Khmelik (violino) no pico da sua maturidade enquanto compositoras e instrumentistas. E se o álbum de estreia, “Quase a Primeira Vez” (2009), serviu essencialmente como laboratório de experiências musicais e tinha como matriz principal o tango (embora com desvios), o segundo é já uma excelente montra dos vários caminhos sonoros que o grupo tem trilhado mais recentemente. O tango continua lá, sempre (oiça-se a fabulosa versão de “Libertango”, de Astor Piazzolla), mas estão lá também o fado, a bossa-nova, o jazz, o flamenco, o rock ou o kitsch assumido do divertidíssimo “Maryjoana”, em dueto com Alberto Almeida, dos Cabaret Fortuna.

Alinhamento:

1 - Bipolar    
2 - Corpete Vermelho
3 - Diz-me Tu
4 - La Jolie    
5 - La Poderosa        
6- Libertango
7 - Maryjoana
8 - Musa
9 - Tango dos Desesperados
10 - Tango Maria
11 – No Teu Poema (faixa-bónus com Simone de Oliveira)

Carminho com novo disco "Canto" a 3 de Novembro

Inclui dueto com Marisa Monte
e participações especiais de António Serrano, Carlinhos Brown, Dadi Carvalho, Jaques Morelenbaum,
Javier Limón, Jorge Hélder, João Frade, Lula Galvão e Naná Vasconcelos.


Chama-se “Canto”, este novo disco de Carminho. Não é o seu primeiro álbum internacional, nem o seu primeiro trabalho a pensar no estrangeiro, nem o seu primeiro disco depois da conquista do Brasil. É, apenas, o terceiro álbum de Carminho, o terceiro passo numa carreira que já é uma das mais notáveis do “novo Fado”.

Antes, começou por haver uma estreia à qual Portugal se rendeu (Disco de Platina, a aclamação da crítica e do público) e que também a apresentou a Espanha, à França, ao Brasil. Depois, um segundo álbum que conquistou e convenceu ainda mais pessoas (nº 1 do Top, dois anos entre os discos mais vendidos em Portugal) e a lançou para a popularidade internacional (top-5 no iTunes de Espanha, entradas nos topes escandinavos). E, sobretudo, que a tornou num fenómeno no Brasil, onde o Rio de Janeiro a recebeu com concertos esgotados e a capa do jornal O Globo, onde Caetano Veloso lhe chamou “um breve milagre”, onde Chico Buarque, Milton Nascimento e Nana Caymmi quiseram gravar (e gravaram) com ela.

Agora que chegou a “prova de fogo” do terceiro álbum, contudo, Carminho não se deixou deslumbrar pelos aplausos do mundo. Diogo Clemente, produtor, acompanhante e compositor de sempre, continua aos comandos do estúdio; o fado que parece renascer na sua voz continua a ser a estrela do norte por onde o seu talento se guia. Mesmo que Marisa Monte lhe tenha oferecido um dueto inédito escrito com Arnaldo Antunes (“Coisas”), Miguel Araújo lhe tenha dado “Ventura”, que Jaques Morelenbaum, Nana Vasconcelos, Carlinhos Brown, Javier Limón ou Carlos Barreto contribuam com o seu talento de instrumentistas, Carminho continua a ser Carminho.

O seu “Fado”, que provou ser a sua “Alma”, é agora, chegado o tempo do terceiro álbum, o seu “Canto”. Um “Canto” que abarca alegremente Caetano Veloso (que escreveu a letra do inédito “O Sol, Eu e Tu”) e o Fado Menor do Porto (“A Ponte”), Miguel Araújo (“Ventura”) e Fernando Pessoa (“Na Ribeira deste Rio”), Carlos Paião (o tema extra “História Linda”) e Alberto Janes (“Destino”). Um “Canto” que, como canção de marinheiros que o Fado também é (e sempre foi), se alimenta do mundo para moldar uma alma profundamente portuguesa – uma alma para a qual a voz de Carminho é, hoje e sempre, cada vez mais, a perfeita tradução em palavras e sons.

E, quando Carminho canta, a alma, e o Fado, estão lá sempre.



“CANTO” será editado a 3 de Novembro em Portugal, estando a edição internacional prevista para o primeiro trimestre de 2015.
No nosso país, o novo disco estará disponível em três formatos:

Edição standard com 14 temas
Edição digital com 14 temas
Edição especial limitada com 17 temas (ao alinhamento da edição standard juntam-se três temas-extra), um exclusivo Fnac.



Até ao fim do ano Carminho realizará uma série de concertos de apresentação do novo disco em Portugal, estando a estreia de alguns temas prevista para os concertos no Centro Cultural de Belém nos próximos dias 23 e 24 de Outubro. Nestas primeiras datas destaca-se o concerto no Coliseu do Porto a 8 de Novembro.


Datas em Portugal até ao fim do ano

23 Out – Lisboa, CCB
24 Out – Lisboa, CCB
25 Out – Beja, Pax Júlia
1 Nov – Arcos de Valdevez, Casa das Artes
8 Nov – Porto, Coliseu
28 Nov – Braga, Theatro Circo
12 Dez – V. N. Famalicão, Casa das Artes
13 Dez – Faro, Teatro Municipal




“CANTO” – ALINHAMENTO:



A PONTE
REINALDO FERREIRA/ JOSÉ JOAQUIM CAVALHEIRO JR. [FADO MENOR DO PORTO]


SAIA RODADA
DIOGO CLEMENTE/ VALTER ROLO


VENTURA
MIGUEL ARAÚJO


PORQUÊ
JORGE ROSA/ JOSÉ PEDRO BLANC [FADO BLANC]


CHUVA NO MAR com Marisa Monte
ARNALDO ANTUNES/ MARISA MONTE


CONTRA A MARÉ
CARMINHO


ANDORINHA
CARMINHO

O SOL, EU E TU
CAETANO VELOSO/ CÉSAR MENDES, TOM VELOSO


NA RIBEIRA DESTE RIO
FERNANDO PESSOA/ MÁRIO PACHECO

ESPERA
PEDRO HOMEM DE MELLO/ CASIMIRO RAMOS [FADO JANELAS ENFEITADAS]


VOU-TE CONTAR
DIOGO CLEMENTE


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Sessões Antes Cowboy que Toureiro

A sessão 06 traz Grutera ao andar de cima do Canhoto (Travessa de Cedofeita 60-62, Porto), esta 5ª feira, dia 16 de Outubro.

Grutera é o alter-ego de Guilherme Efe, guitarrista nascido na Nazaré. Em 2013 estreou-se nas edições discográficas com ‘Palavras Gastas’ e rapidamente criou burburinho na imprensa nacional devido à sua abordagem à guitarra. Um ano depois e após apresentar-se de Norte a Sul do país, Grutera está de regresso com novo disco, o segundo na sua curta mas já preenchida carreira. ‘O Passado Volta Sempre’ foi gravado no mosteiro de Santa Maria de Cós, em Alcobaça, um edifício datado do séc. XIII, revestido a azulejo e com uma reverberação natural estonteante.
‘O Passado Volta Sempre’ é lançado a 15 de Abril numa edição em parceria com a promotora Covilhete na Mão.

Depois dos concerto há o habitual dj set de Manuel Molarinho, só de música portuguesa, celebrando a sua boa saúde.

As portas abrem às 22.00 e o concerto começará às 22.45.
A entrada está limitada a 60 pessoas e será de 3€ com oferta de um fino, água ou refrigerante.

Pedro Abrunhosa e o espetáculo INTEIRO

PEDRO ABRUNHOSA
Em 2015, Pedro Abrunhosa celebra o passado, o presente e o futuro no novo espectáculo INTEIRO
Em 2015, Pedro Abrunhosa apresenta o espectáculo especial INTEIRO, uma celebração ao vivo do sucesso de "Contramão", o seu sétimo álbum de originais, galardoado com a marca de platina e com os prémios Pedro Osório da S.P.A. e um Globo de Ouro de Melhor Música atribuído ao tema "Para os Braços da Minha Mãe". INTEIRO comemora também os 20 anos do álbum seminal "Viagens", que será reeditado no final de Novembro.
O mítico Olympia, em Paris, é o primeiro a receber INTEIRO, a 16 de Janeiro, seguido do Rockhal, no Luxemburgo, no dia seguinte. Em Portugal, "Inteiro" é apresentado no Coliseu do Porto nos dias 30 e 31 de Janeiro, passa pela MEO Arena a 7 de Fevereiro e ruma ao Pavilhão Multiusos de Guimarães, a 14 de Fevereiro. Bilhetes à venda amanhã nos locais habituais.

"Nestes escuros tempos que atravessamos, a Música tem coberto de luz a estrada de muitos, restituindo-lhes esperança, identidade, noção de paz e pertença. Ela é um território que habitamos, tanto quanto o é o País donde vimos. Onde quer que estejamos, cantamos os mesmos refrões, choramos a dor idêntica, celebramos alegrias, partilhamos o bem e sentimo-nos Um, e no entanto somos parte duma multidão da qual nunca saberemos o nome. Tal é o poder da Música: nos espectáculos, nas rádios, nas redes sociais, a Música faz-nos menos sós.
Até hoje apenas escrevi sete discos. É pouco para o que quero ainda fazer, mas são sete discos que me levaram à descoberta de mim próprio, do País e da força da língua que me leva por diante. Aos poucos fui encontrando-me num Portugal muito diferente, muito melhor do que aquele la que tantas vezes nos tentaram reduzir. Este é um país de gente enorme, de realizações, de afectos, de sonhos inteiros e de horizontes que mergulham no impossível porque da impossibilidade nasce a concretização, o trabalho, a luta e a esperança de todos os dias. Com este novo conhecimento de nós parti de novo para a estrada num percurso que entremeei apenas com a reclusão do estúdio.
Das histórias que muitos generosamente partilharam comigo ao longo dos anos, fiz canções. Dos milhares e milhares de quilómetros corridos a palmo e amor, recolhi um mar de afectos que hoje sou por dentro. E é dessa espuma que são feitos discos e espectáculos, noite após noite, numa tentativa vã de devolver o que me é apenas emprestado, o que não é meu mas de todos.
Através da Música fizemos memória, história e futuro. Encontrei eco nas vozes de tantos tornadas fortes pelo uníssono da consistência, da vontade, das revoltas e da dádiva. E é essa capacidade de regeneração que brota de nós em cada concerto e que continua a ser o motor emocional da minha escrita.
INTEIRO é o espectáculo que celebra o quanto ainda aí vem, o muito que há para fazer. Todos os dias são dias de recomeçar, de tentar ser maior, de buscar na palavra certa o tempo fugaz da vida.
Estas noites de INTEIRO serão o início de muita mais estrada, mais Canções, da perpétua busca de algo que espero nunca vir a encontrar.'

Pedro Abrunhosa

Coliseu do Porto - 30 e 31 Janeiro
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Meo Arena - 7 de Fevereiro
Comprar Bilhete: blueticket.pt
Multiusos Guimarães - 14 de Fevereiro
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domingo, outubro 05, 2014

UNHAS NEGRAS 2014

A 1ª edição do Unhas Negras - nova plataforma de celebração e de promoção de artistas do género musical Punk Rock - decorrerá nos próximos dias 10 e 11 de Outubro em São João da Madeira e Lisboa, respectivamente.

Do cartaz fazem parte novos valores internacionais do género, tais como Astpai (Aústria) e Bay City Killers (Espanha), ambos em estreia nacional, para além de Despite Everything (Grécia), The Lazy Faithful, The Idyll’s End, Jackie D., Flaming Joseph e Selfish e o evento decorrerá na Sala dos Fornos da Oliva Creative Factory (São João da Madeira) a 10 de Outubro e no Fantasma Cais do Sodré (Lisboa) a 11 de Outubro.

No dia 10 de Outubro, na verdadeira festa do Punk Rock em São João da Madeira, será também promovida uma apresentação do livro “A Instável Leveza do Rock”, de Paula Guerra (principal investigadora Portuguesa do movimento Punk), uma homenagem aos Unhas Negras originais (antigos operários da indústria chapeleira Sanjoanense), uma homenagem a João Ribas entre outras actividades por anunciar brevemente.

O Unhas Negras tem como principais objectivos estimular a interactividade entre vários profissionais relacionados com a indústria discográfica/musical e estabelecer uma ponte entre agentes, representantes, produtores, editores, investidores e os próprios artistas que possam ainda estar numa fase inicial da carreira, tratando-se de uma organização conjunta entre a Squatter Factory, Oliva Creative Factory e Infected Records DIY.

O programa do evento pode ser consultado em www.unhasnegras.com e a iniciativa promove também uma ferramenta de candidaturas para novos projectos dentro do género Punk Rock / Hardcore que desejem participar em futuras edições do Unhas Negras e usufruir desta pioneira plataforma de celebração e de promoção musical do género.

Os bilhetes para o evento encontram-se à venda em toda a rede Ticketline (online e em mais de 540 locais de venda ao público) e têm o preço de 8 EUR por dia (pré-venda) ou 10 EUR (no próprio dia).

sexta-feira, outubro 03, 2014

Escola C+S da Sobreira e as saudades de lá ter estudado

Frequentei esta escola do quinto ao nono ano de escolaridade antes de ir aturar os Betinhos da Escola de Paredes.
Mas sem dúvida que a da Sobreira deixou-me mais saudades. As pessoas, os professores, as professoras. Enfim. Tudo!

No que toca a professoras, bem...ai...RENDO-ME! Uma que me vai deixar muitas saudades: uma freira das Filipinas com sotaque de ter passado por muitos países. Demais!
Professora de Religião e Moral...bem...e que moral! Os rapazes não podiam falar de gajas boas porque era pecado e não fazia sentido. Vejam bem, dizia que as pernas eram todas iguais. Valha-me deus! Fora das aulas, nos intervalos portanto, os catraios mais "rufias" incomodavam-na e ela corria como uma tola varrida atrás deles para lhes bater e impor o seu respeito divino. Eu acho que era mais para o vento levantar o "saiote".
Nas aulas todos os problemas tinham uma solução. Sim! Porque a culpa na cabeça dela era sempre dos COMUNISTAS!

Qualquer terramoto a culpa era dos comunistas, a fome no mundo era culpa dos comunistas, os temporais também tinham culpados...e quem? Diziam todos juntos na sala de aula: "Os comuniiiiiiiiiiiistas".
Chegou a um ponto que havia uma "amiga dos pobrezinhos" na turma de nome Fátima (de cabelo liso e não a de cabelo aos caracóis para que não hajam confusões). Que dava a primeira voz: "OS"...e de seguida a sala de aula: "comuniiiiiistas".

Que saudades!

E tenho também saudades do nome. Porque agora quando lá passo diz EB23 e não C+S. Deve ter sido alguma professora "amiga dos pobrezinhos" que mudou o nome, simplesmente porque limpa o "Cocó" de qualquer cão vadio, embrulha num lenço de papel e guarda na mala para meter num buraco de um muro de pedra de lousa mais próximo que encontrar. Apesar de saber que se o dono aparecer pode lebar um pontape no cu. Porque uma "Madame" é sempre uma "Madame".

Muitas saudades!