quinta-feira, dezembro 25, 2008

Playlist

-Lisamona-"Old back the rain"
-Carlos Paredes-"Verdes Anos"
-TÁXI-"Táxi"
-Arte & Ofício-"Where yo're going tonight"
-Sugar Leaf-"Everything is so confusing"
-Virgem Suta-"Tempo com falta de tempo"
-Flirt-"Estratosfera"
-Vasco Moreira-"Quarta"
-Nabos da Púcara-"Anarquia total"
-Gritali & Os Tratantes-"Cadela mansa"
-Urban Tales-"Stronger"
-António Raposo-"Perdidamente"
-Gritali & Os Tratantes-"Não consigo compreender"

quarta-feira, dezembro 24, 2008

Rita Guerra apresentou recentemente CD + DVD na Fnac

Panda Pompoir

PANDA POMPOIR
http://myspace.com/pandapompoir




Mónica, Sex in Barcelona e Panda Pompoir são o primeiro avanço de um disco que está a ser preparado por Ricardo Pinto (letra/música/arranjos) desde 2007.

Mais do que a forma, interessam os textos, que ficam entre a crítica social aparentemente inocente "...eu aguento bem essa vida se tiver um bom design..." e a crença numa espiritualidade que se mistura com a própria fé que a convoca: " ...vem, vamos iniciar, uma nova dinastia, eu e você, e Panda Pompoir...".

A acentuação luso-brasileira, é como um passaporte para um reino fantástico, não é o Brasil, nem é Portugal. Está onde a imaginação pode chegar, enquanto território criativo, as palavras e os sons das palavras procuram-se sem fronteiras, como os sonhos. Têm sentido de humor e algumas gostam umas das outras.

A inspiração revela-se maior se ampliarmos o vão que a ventila, e o Brasil enquanto ideia, enquanto torrente cultural, é forte. Muitos dos grupos brasileiros de rock dos anos 70 servem, mais do que inspiração, uma mensagem de coragem, de energia: Raul Seixas, A Bolha, Joelho de Porco e tantos outros.

Em Portugal, Carlos Paião, António Variações e José Afonso. Porque fazem da palavra o centro e por mais simples que seja essa palavra, é onde está a força de uma canção. Por isso, a língua não é do cantor, mas sim da canção, Sex in Barcelona pediu para ser em inglês e não podia ser de outra forma.

Para a gravação em estúdio destes três primeiros temas Ricardo Pinto (voz e guitarra) e Tony Ventura (guitarra) convidaram:

Pedro Pinto [Wraygunn, Belle Chase Hotel]: bateria,
Gil Figueiredo [This is Mafia]: baixo,
Pedro Seabra [Ópera Bichus]: violino e violoncelo
Denise Gayou: voz

Ricardo Pinto: compositor da banda sonora do "Programa do Bruno Aleixo" (sic radical); compositor/interprete em guitarra portuguesa e guitarra clássica da "Ópera Bichus" para as Comemorações Oficiais do Centenário do Nascimento de Miguel Torga (arte à parte, TAGV e Câmara Municipal de Coimbra); compositor/interprete em guitarra portuguesa do espectáculo "Passos de Inês" sobre Inês de Castro (teatro dos castelos); tocou com vários grupos de Coimbra onde foi vocalista e/ou guitarrista. É director do MACA - Magazine de Arte de Coimbra e Afins, desde Março de 2008.
Tony Ventura: Antropólogo e guitarrista com formação Jazz. Fez parte de vários grupos entre eles: Selket Face, Perfect Mess e Fireball.

CONTACTO: pandapompoir@gmail.com | http://myspace.com/pandapompoir

Portalegre JazFest

PORTALEGRE JAZZFEST Programa definitivo 2009


Sex. 20 Fevereiro – Joana Machado - “A Casa do Óscar”
Portalegre JazzFest - 7ª Edição
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Preço único - 10 euros
Livre-trânsito para festival - 30 euros
M/4 anos

Joana Machado – voz
Afonso Pais – guitarra
Filipe Melo – piano
Bernardo Moreira - – contrabaixo
Bruno Pedroso – bateria

Joana Machado iniciou cedo a sua carreira, mudando-se para Lisboa aos 17 anos, onde frequentou durante um ano o curso de canto da Academia de Amadores de Música, e mais tarde a escola de Jazz do Hot Clube de Portugal. No ano de 1999, foi referida como "Nova Voz Revelação" no evento “Novíssimos do Jazz”, durante o Festival de Jazz de Coimbra.

Em 2001 candidatou-se ao programa de Jazz e Música Contemporânea da "New School University”, em Nova Iorque, e foi admitida com uma Bolsa de Estudos. Durante a frequência do curso representou inúmeras vezes a escola, inclusive num evento de "student showcasing" no famoso clube “Birdland”, onde foi a única vocalista, cantando ao lado de artistas de renome como Joe Lovano, Jesse Davis e Jane Ira Bloom. A revista “Downbeat” de Março de 2003 mencionou-a como "uma vocalista talentosa". Na sua estadia em Nova Iorque teve oportunidade de estudar com Buster Williams, Doug Weiss, Joanne Brackeen, Jeannie Lovetri, Luciana Souza, Reggie Workman, Sheila Jordan, Vic Juris, entre muitos outros. Actualmente, tem aulas de técnica vocal com a cantora lírica Lúcia Lemos.

Joana Machado gravou em Janeiro de 2008 o seu segundo disco, “A Casa do Óscar”, um tributo ao legado menos celebrizado do Mestre Tom Jobim. Com Direcção Musical e Arranjos de Afonso Pais, este disco em quinteto conta com a participação especial de Bernardo Sassetti e ainda de um quarteto de cordas.

www.joanamachado.com
www.myspace.com/joanamachado

Sex. 20 Fevereiro – Quarteto de Vasco Agostinho - in tempus
Portalegre JazzFest - 7ª Edição
Café Concerto
Inicio 23.30h
Preço único - 3 euros
Livre-trânsito para festival - 30 euros
M/4 anos

Vasco Agostinho - Guitarra
Jeff Davis - Vibrafone
Demian Cabaud – Contrabaixo
Bruno Pedroso – Bateria

A música, sobretudo a improvisada, reflecte a essência do próprio músico que a interpreta, quer a solo, quer em grupo. E para isso contribuem factores por vezes tão subtis como aqueles que originam os próprios sonhos, que apesar de tantas vezes distantes da razão, são sempre o perfeito reflexo dum estado d’alma.

O novo trabalho de Vasco Agostinho reúne, sob a sua direcção, músicos que partilham com ele a convicção de que, mais do que as linguagens, as estéticas, as tradições ou as modas, a música vive na tradução do íntimo de cada interveniente, seja ele músico ou ouvinte.
Por isso que este projecto assenta muito especialmente na espontaneidade como método de criação artística, com a finalidade de enriquecer cada som com um novo elemento para a teia de sensações experimentadas pelos intervenientes, tornando o concerto numa experiência única e completa, usando para isso um repertório variado que inclui não só composições originais, como também temas do cancioneiro Português, e de outras linguagens raramente incluídas no universo do Jazz.
Este é sem dúvida, pelos músicos e pela música, um dos grupos de Jazz mais interessantes do panorama Português.

www.myspace.com/vascoagostinho



Sáb. 21 Fevereiro – Fredrik Nordström Quintet
Portalegre JazzFest - 7ª Edição
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Preço único - 10 euros
Livre-trânsito para festival - 30 euros
M/4 anos

Fredrik Nordström - saxophone
Magnus Broo - trumpet
Mattias Ståhl - vibraphone
Ole Morten Vågan - bass
Fredrik Rundqvist - drums

Inspirado no jazz americano da década de 1960, mas com uma perspectiva norte-europeia e de inquestionável modernidade, Fredrik Nordstrom impôs-se já como um dos mais interessantes saxofonistas da actualidade na variante tenor. O que é extensivo à sua actividade enquanto compositor, dada a riqueza de ideias a nível da harmonia e do ritmo que o seu quinteto vai colocando em prática.

Com o trombonista Mats Aleklint no lugar onde antes esteve o trompete de Magnus Broo e com Ole Morten Vågan a ocupar a posição do contrabaixo em vez de Ingebrigt Haker Flaten, mas mantendo nos seus postos Mattias Stahl no vibrafone e Fredrik Runqvist na bateria, o projecto renova-se mantendo os mesmos pressupostos de sempre: elasticidade de estilo e grande afirmação expositiva. Na linha dos tenores de som robusto, é no entanto na herança colemaniana (de Ornette, não Steve) que Nordstrom se situa, não obstante a sonoridade de conjunto nos remeter mais para a “Blue Note” e para os grupos de Bobby Hutcherson do que para os conceitos harmolódicos.

Por alturas da edição de “Live in Coimbra” (Clean Feed), gravado ao vivo em 2005 na Cidade Universitária, o Fredrik Nordstrom Quintet volta a Portugal e traz consigo novos temas (alguns deles arranjos de canções da islandesa Bjork), uma mais fresca vocação para improvisar e uma segurança obtida com a rodagem feita nos últimos anos. São apenas cinco os músicos, mas a dimensão do que fazem é orquestral.

www.fredriknordstrom.com
www.myspace.com/fredriknordstrom

Sáb. 21 Fevereiro – Trio Paulo bandeira
Portalegre JazzFest - 7ª Edição
Café Concerto
Inicio 23.30h
Preço único - 3 euros
Livre-trânsito para festival - 30 euros
M/4 anos

Paulo Bandeira – bateria
Nélson Cascais – contrabaixo
Afonso Pais – guitarra

Paulo Bandeira começou seus estudos Musicais aos oito anos na Filarmónica de Estarreja, onde posteriormente começou a tocar percussão. Estudou no Conservatório Regional de Aveiro, deslocando-se a Lisboa para ter aulas.
Aos 16 anos abraça a carreira profissional ingressando na Banda Sinfónica da G.N.R e simultaneamente no Conservatório Nacional, onde prosseguiu os seus estudos, tendo também estudado na escola de Jazz do Hot Club de Portugal, e ainda nos E.U.A (New York) na “Drummers Collective”, onde teve como professores Brian Kirk, Michael Lauren, Frank Kats e Bobby Sanabria. Paralelamente teve aulas privadas com Portinho, Náná Vasconcelos, Bill Stewart e Al Foster.

Ao longo destes anos tem tocado em diversos grupos, como o de Janita Salomé, a Ala dos Namorados e diversas Orquestras Sinfónicas.

Na área do Jazz tem tocado com diversos músicos nacionais e internacionais, como Afonso Pais, André Fernandes, André Matos, Carlos Barretto, Laurent Filipe, Mário Delgado, Nelson Cascais, Nuno Ferreira, Rodrigo Gonçalves, Rui Caetano, Andrzej Olejniczak, Carlo Morena, Demian Cabaud, Eddie Henderson, Isaac Turienzo, Jerome Richardson, Jesus Santandreu, Joakim Rolanson, Jorge Pardo, Martim Jacobsen, Patrick Hazell, Torbjorn Zetterberg, entre outros.

www.myspace.com/paulobandeira


Sex. 27 Fevereiro – John Zorn + Cyro Baptista + TTUKUNAK
Portalegre JazzFest - 7ª Edição
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Preço único - 15 euros
Livre-trânsito para festival - 30 euros
M/4 anos

John Zorn – Saxofone
Cyro Baptista – bateria, percussão
Sara e Maika Gomez (TTUKUNAK) – percussão


John Zorn, o conceituado saxofonista americano, têm uma carreira demasiado rica e versátil para se conseguir definir, podendo-se apenas traçar algumas “estradas” num mapa artístico que é um dos mais ricos do jazz contemporâneo.
Oriundo de Nova Iorque, Zorn iniciou-se no final dos anos 70 nos meandros musicais, incidindo o seu olhar cirúrgico sobre o fenómeno da “improvisação musical”, o que o levou a exaustivamente compôr musica não composta e em realizar performances irrepetíveis, que devem mais no seu âmago a um John Cage que ao Free Jazz de Ornette Coleman.

Zorn colaborou no início de carreira com artistas como Bill Laswell, Elliott Sharp e Arto Lindsay, entre outros, adaptando o “ethos” da música Punk e New Wave ás suas próprias criações, processo que culminou no início dos anos 90 com a criação dos inimitáveis Naked City (em conjunto com os guitarristas Bill Frisell e Fred Frith), uma avalanche dolorosa de vários géneros musicais, uma fusão entre música Jazz-Surf-Punk, carregada de neuroses urbanas e solos/faixas de saxofone de poucos segundos.
Dos seus outros projectos e criações “tortuosas”, destacam-se os Masada, um quarteto de jazz mais tradicional, com Dave Douglas, Greg Cohen e Joey Baron, formação com um maior ênfase na música “Klezmer”, de origem judaica, e muitas das suas composições para filmes, colectadas nos vários álbums intitulados “Filmworks”, oportunidade para colaborar com Marc Ribot e Cyro Baptista, entre outros.

Criador da prolífica e influente editora Tzadik Records, John Zorn já mereceu sem dúvida um lugar na história do Jazz, mas pela sua desconstrução do género e pela criação de um estilo anti-jazzístico, uma mistura caótica entre Música de Câmara, bandas sonoras para Desenhos Animados, Punk-Rock e simples dissonância musical, um terreno fértil para a sua talentosa neurose musical...

Cyro Baptista, o famoso baterista e percussionista brasileiro, chegou aos E. Unidos em 1980, tendo a partir daí trabalhado com diversos artistas e dançarinos, tanto em colaborações como em projectos mais pessoais (destacando-se o grupo Beat the Donkey, com o qual já lançou desde 2002 três álbuns), utilizando instrumentos dos cinco continentes, tudo misturado com o seu humor iconoclasta e a sua veia teatral, além dos seus imensos e óbvios talentos.

As suas colaborações são um autêntico “Quem é Quem” do mundo musical contemporâneo: Yo-Yo Ma, John Zorn (em diversos projectos), Herbie Hancock, Sting, Paul Simon, David Byrne, Dr. John, Brian Eno, Ryuichi Sakamoto, Laurie Anderson, Daniel Barenboin, Bobby McFerrin, Wynton Marsalis, Santana, Cassandra Wilson, The Chieftains, entre muitos outros. No seu país natal, Baptista já tocou com os “ilustres” Milton Nascimento, Caetano Veloso, Ivan Lins, Marisa Monte e Nana Vasconcelos, etc.

O seu primeiro álbum a solo, “Villa Lobos/Vira Loucos”, de 1997, é uma mistura esfuziante das suas próprias composições com as do compatriota Heitor Villa Lobos, tendo sido considerado pela crítica “um dos mais corajosos, brilhantes, divertidos, dramáticos e imaginativos trabalhos de recente memória...”.
O seu mais recente trabalho é o álbum “Banquet of the Spirits”, lançado em 2008 sob a chancela da Tzadik Records.

As Ttukunak são Sara e Maika, duas irmãs gémeas provenientes do País Basco, Espanha, que tocam um instrumento de percussão tradicional, a Txalaparta. Começaram a tocar a partir dos doze anos, tendo colaborado com diversos grupos como os Ojos de Brujo, Radio Tarifa, Arto Tunçboyaciyan, Tomás San Miguel ou Mártires del Compás, entre outros.

www.myspace.com/zornroz
www.cyrobaptista.com
www.myspace.com/banquetofthespirits
www.myspace.com/ttukunak


Sex. 27 Fevereiro – Trio Rodrigo Amado
Portalegre JazzFest - 7ª Edição
Café Concerto
Inicio 23.30h
Preço único - 3 euros
Livre-trânsito para festival - 30 euros
M/4 anos

Rodrigo Amado - saxofone
Miguel Mira - violoncelo
Gabriel Ferrandini - bateria

Nascido em 1964, Rodrigo Amado estuda saxofone desde os 17 anos, tendo estudado durante alguns anos na Escola de Jazz do Hot Clube e aulas particulares com diversos professores, nomeadamente os saxofonistas Carlos Martins e Jorge Reis. Na sua discografia (mais de vinte registos) conta com participações em discos de Vítor Rua, Rocky Marsiano, DJ Ride, Anabela Duarte ou Mão Morta. Realizou centenas de concertos em todo o país, tendo feito parte de formações como a Máquina do Almoço Dá Pancadas, de Flak (Rádio Macau), os Plopoplot Pot, de Nuno Rebelo (Mler Ife Dada) ou o projecto RAUM, de Paulo Duarte. Participou ainda em concertos de músicos como Jorge Palma, Xutos e Pontapés, Pop Del’Arte ou Rádio Macau.

Na área do Jazz contemporâneo colaborou com artistas como Adam Lane, Kent Kessler, Paal Nilssen-Love, Steve Swell, Ken Filiano, Steve Adams, Carlos Zíngaro, João Paulo, Greg Moore, Phill Niblock, Sei Miguel, Rafael Toral, Manuel Mota, entre outros.

Em Setembro de 2001 fundou a editora Clean Feed, juntamente com Pedro Costa e Carlos Costa, totalmente dedicada à edição de projectos na área do jazz contemporâneo, projecto que viria a abandonar no início de 2005. Actualmente dirige a sua própria editora, European Echoes.

Para 2009 estão previstas quatro novas edições: o segundo capítulo do trio com Kessler e Nilssen-Love, o novo registo dos “Lisbon Improvisation Players”, o quarteto com Taylor Ho Bynum, John Hebert e Gerald Cleaver, e a gravação do seu novo trio com Miguel Mira e Gabriel Ferrandini.

www.rodrigoamado.com
www.myspace.com/rodrigoamado


Sáb. 28 Fevereiro – GIANLUCA PETRELLA Indigo 4
Portalegre JazzFest - 7ª Edição
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Preço único - 10 euros
Livre-trânsito para festival - 30 euros
M/4 anos

Gianluca Petrella - Trombone
Francesco Bearzatti – Saxofone Tenor e Clarinete
Paolino dalla Porta – Contrabaixo
Fabio Accardi – Bateria


Para o lançamento do seu primeiro álbum em 2006, com edição da Blue Note, “Indigo 4”, Gianluca Petrella e o seu quarteto procuraram a junção entre o sentido de tradição e as exigências de um som contemporâneo.
Para isso, Petrella prestou grande atenção ao “Som”, e á mediação entre perspectivas de uma forma criativa.

As filosofias caras ao quarteto incluem traços do som “Dixieland”, assim como versões de Thelonius Monk e Duke Ellington, transfiguradas e reinventadas com a marca de um artista alternativo, típico dos projectos de Petrella, colaborador do genial trompetista Enrico Rava e de Lester Bowie.
Trabalhando sózinho no seu estúdio, editando e criando “loops”, padrões, samples e novos sons electrónicos (um pouco á sua imagem como DJ ocasional), o trombonista italiano conseguiu traduzir a sua base material para a formação de um quarteto inovador.

Este quarteto procura de facto a inovação, e oportunamente, mas sem perder de vista o lado acústico e a matriz fundamental do jazz. É um grupo jovem, mas que consegue surpreender pela sua energia básica, que aliada á força impulsionadora do seu líder conta com a experiência de artistas conceituados como Paolino Dalla Porta, Fabio Accardi e Francesco Bearzatti.
Gianluca Petrella recebeu em 2005 o prémio de Melhor Músico Italiano, da revista “Top Jazz”, tendo feito história ao vencer o Prémio da Crítica da conceituada revista “Down Beat”, para o melhor jovem trombonista.

www.gianlucapetrella.com
www.myspace.com/148418523


Sáb. 28 Fevereiro – Space Ensemble - Spy Quintet
Portalegre JazzFest - 7ª Edição
Café Concerto
Inicio 23.30h
Preço único - 3 euros
Livre-trânsito para festival - 30 euros
M/4 anos

Gustavo Costa – bateria
João Tiago Fernandes – bateria
Henrique Fernandes – contrabaixo
João Martins – Saxofone
João Guimarães - Saxofone

O projecto Space Ensemble, que tem percorrido o país musicando filmes em octeto, ataca novamente os meandros do free jazz, "desenterrando" um projecto que foi criado propositadamente para a edição do festival “Space 2005”.

Este projecto é inspirado no álbum “Spy Vs Spy” (Elektra, 1989) no qual John Zorn, Tim Berne, Mark Dresser, Michael Vatcher e Joey Baron interpretam temas de Ornette Coleman, seguindo regras e estruturas musicais por este criadas e apresentadas em álbuns como "Free Jazz (A Collective Improvisation) by the Ornette Coleman Double Quartet".

www.myspace.com/spaceensemble

Moonspell na Fnac Colombo

domingo, dezembro 14, 2008

Mais de 30 mil visitantes

E por curiosidade, este blog de música portuguesa chegou (ou melhor, ultrapassou) os 30000 visitantes.

Muito obrigado a todos os que visitam regularmente este BMP e o tornam cada vez mais um blog importante para os nossos dias de hoje!

Voltamos ao activo dia 1 de Janeiro 2009

Este blog vai ter uma breve pausa e regressa dia 1 de janeiro de 2009.

segunda-feira, dezembro 08, 2008

Banzai

Festival Cantos na Maré

Este mércores 3 de decembro ás 11:30 h, terá lugar no Pazo da Cultura de Pontevedra un almorzo con medios para presentar a 6ª edición de Cantos na Maré, Festival Internacional da Lusofonía.



Será un acto distendido que rematará cunha intervención musica, onde se darán a coñecer os obxectivos e programación específica cara á internacionalización deste proxecto multicultural.



Cantos na Maré,foi presentado en diferentes foros internacionais e está obtendo o recoñecemento como evento singular onde Galiza é emisora no espazo de creación da industria musical en diferentes países. Igualmente, o apoio de institucións de Portugal fai posible que, por vez primeira CNM se presente no país irmao o próximo venres 5 de decembro (Porto, FNAC santa catalina, 16 h).





+ información:

María Xosé Crisóstomo

620 882298 | prensa@cantosnamare.org

www.cantosnamare.org

Agenda do DJ Miguel Rendeiro

Orquesttra da Camara de Sintra

Orquestra de Câmara de Sintra apresenta

As Quatro Estações de Vivaldi

No próximo dia 06 de Dezembro de 2008, a Orquestra de Câmara de Sintra irá

apresentar As Quatro Estações de Antonio Vivaldi (1678-1741). O concerto realizarse-

á na Igreja de São Martinho, em pleno centro histórico da Vila de Sintra, às 22h00,

com entrada livre.

Neste concerto, organizado pela Câmara Municipal de Sintra e que visa assinalar a

Elevação de Sintra a Património Mundial, será solista o violinista Liviu Scripcaru.

Como complemento do programa, é ainda interpretado o Concerto em Ré de Joly

Braga Santos (1924-1988) e a abertura de Artemísia, Regina di Caria, de António Leal

Moreira (1758-1819), sendo esta última obra apresentada em estreia moderna. A direcção musical está a cargo do maestro Reinaldo Guerreiro.

Blasfemea com novo CD

Os lisboetas BLASFEMEA apresentam na FNAC Fórum Coimbra, sexta-feira, 5 de Dezembro, o seu EP de estreia, "BLSFM"

SHOWCASE marcado para as 22h00



Não se fazem passar por sagrados ou profanos, nem se agarram a uma mensagem moral ou de qualquer outro tipo. Os Blasfemea são músicos, actores, artistas que se divertem a entreter os outros. Porquê? "Porque estar parado é chato! E a dançar nas pistas da vida é que nós nos entendemos".



Não os levem a sério, seria demasiado complicado.

Pensem antes em Sexo, Drogas e Vestidos. (Porque Não!?)



"BLSFM", é uma edição rock pop punk electrónico e independente.

As influências são mais que muitas: dos Beatles, aos Nirvana, dos Joy Division aos The Clash. Os gostos musicais abrangentes, de Bob Dylan, aos Public Enemy e à incontornável Madonna. Os Blasfemea têm atitude e são genuínos.



Gravado em Agosto de 2008 no estúdio Mário Ferreira (Porto) e produzido por Rui Maia (X-Wife), este EP é lançado nos formatos cd e vinil. Numa edição especial do conceituado estúdio de artes gráficas alva-alva. A edição de vinil conta com 3 remixes produzidas por 3 djs nacionais: drop top, riskodisko e klipar.



O Ep estará também disponível em formato digital no Itunes, Amazon e no site da banda.



A diversão com os Blasfemea passa pelo Ep (mais pop), mas também pelos concertos ao vivo (mais rock) e os djsets (mais electro). Eles estão prontos. E você?



Os Blasfemea são:

Tiago Amaro (Voz/Guitarra/Teclas), Fábio Jevelim (Voz/Guitarra), David Pessoa (Baixo) e Rui Lourenço (Bateria).







RINOSHOW |Contactos:

Tlf. 224645129 | Fax . 220161604

Nuno Gonçalves – 937799215 | nunogoncalves@rinoshow.pt

Revista de Musica "Arte Sonora" já nas bancas!!

Kastru's Bar em Dezembro

DJ Vibe

Playlist

-Rendimento Mínimo-"Contar os segundos"
-Lisamona-"Old back the rain"
-Carlos Paredes-"Verdes Anos"
-TÁXI-"Táxi"
-Arte & Ofício-"Where yo're going tonight"
-Sugar Leaf-"Everything is so confusing"
-Virgem Suta-"Tempo com falta de tempo"
-Flirt-"Estratosfera"
-Vasco Moreira-"Quarta"
-Nabos da Púcara-"Anarquia total"
-Gritali & Os Tratantes-"Cadela mansa"
-Urban Tales-"Stronger"
-António Raposo-"Perdidamente"